sábado, 10 de maio de 2014

Amor à distância no futebol: existe limite? [2]


                Nós juramos que não esquecemos o segundo post da série "amor à distância"! O que aconteceu foi que acabamos demorando muito para entrar em contato com as pessoas, receber os relatos e organizar as coisas mesmo... Mas, finalmente (depois de quase um mês), vamos começar aqui  ~agora~ a continuação da série. 


~~ Aleluia, irmão! ~~

                O que podemos adiantar é que nós adoramos e nos emocionamos muito com essa experiência de ler as histórias de torcedores apaixonados que moram longe de seus times.  Foi importante demais pra gente ver que muitas pessoas estavam nessa situação e queriam dividir um pouquinho da sua história com o blog e com nossos leitores.

                Agradecemos todo mundo que apoiou nossa ideia e participou do projeto, vocês foram incríveis! E deixamos aqui o convite pra você que sentiu vontade de contar sua experiência, pode nos mandar um email ou tweet.

                Ainda sobre os textos dos torcedores é importante ressaltar que nós enviamos sugestões de perguntas sobre o tema para eles, para poderem abordar vários aspectos, negativos e positivos, e escreverem um relato completo.

                A ordem dos posts da série será de acordo com os relatos que recebemos, os times que vão aparecer inicialmente por aqui são os que recebemos a quantidade suficiente de relatos primeiro: Flamengo, Botafogo e Grêmio. Fica aqui a indireta para os torcedores dos outros times mandarem email pra gente...  

                E adivinhem qual time será o primeiro? O da maior torcida, claaro! No próximo post, teremos Vanessa Moura, que foi responsável por entrar em contato com os flamenguistas, contando como foi isso e veremos os textos escritos pelos torcedores do mengão. 

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Vídeo Patrocinado – Duelo de habilidades: Neymar x Ken Block.


Futebol e automobilismo: duas paixões mundiais. Já imaginou unir os dois? Não? Pois a Castrol fez isso! Como uma forma de inovar, a empresa, patrocinadora oficial da Copa do Mundo da Fifa 2014, resolveu unir ícones dos dois esportes e colocá-los num duelo. Os escolhidos? Neymar e Ken Block.
Quem sairia vencedor desse duelo de craques? Neymar, um dos maiores e mais expressivos jogadores brasileiros em atuação, conhecido mundialmente, amado ou odiado por muitos e tudo aquilo que a gente já sabe; ou Ken Block, o cara do Rally, automobilismo e Embaixador Castrol com seu carro lubrificado pelo óleo mais foda da Castrol, Castrol EDGE fortificado com TITANIUM FST?
O Castrol Footkhana é o mais novo sucesso dessa marca, que é uma das líderes de lubrificantes mundiais, e foi lançado especialmente para a Copa.
Se liga no vídeo abaixo e veja no que deu esse duelo! ;)
[Este vídeo é sensacional gente, sério, assistam até o fim! É daqueles que você para e pergunta: "What? Como tiveram essa ideia?"] 


Obs.: Sim, estamos muito felizes pelo goleiro ter sobrevivido até o final do vídeo.

Você pode saber mais sobre o Castrol Footkhana e a Castrol em:
            Site oficial Castrol Brazil - http://unr.ly/1idmwAD
Castrol Brazil no Facebook - http://unr.ly/1idmuZw
Castrol Brazil no Twitter - http://unr.ly/1idmwAH

Post patrocinado pela Castrol.

sábado, 12 de abril de 2014

Amor à distância no futebol: existe limite?

Amor: afeição profunda. Distância: Espaço; intervalo, afastamento.

(Imagem: The free beer movement Gente! rs )


Não sei vocês, mas não conseguimos pensar em “amor a distância” e deixar de pensar em tristeza. Amar algo e/ou alguém e não estar perto provavelmente é uma das piores coisas que existem nessa vida. E nós sabemos disso, mas quem disse que a gente manda no coração? Quando percebemos já estamos amando. E com futebol não é diferente.
Sim, mas vamos falar sobre futebol, afinal, o blog é sobre isso. As formas de começar a amar são diferentes, mas quando percebemos já estamos amando um time e pensar em deixá-lo não aparece nem em nossos piores sonhos (ou pesadelos).
Uns tem a sorte de amar um time de sua cidade/estado/região, outros não. Nesse ponto existe a eterna questão: “E você não torce pra um time da sua região porquê?”. A resposta, a nosso ver, é uma só: porque não mandamos no coração e torcer é amar, ponto.
Ainda tem mais: quem disse que um amor não só sobrevive como pode aumentar a cada dia, mesmo milhares de quilômetros separando o torcedor do time amado? Gente que nunca foi no estádio do seu time, nunca viu de pertinho, nunca esteve na cidade pode sim amar muito (e como)!
Pra quem não sabe: nós torcemos para times que não são de nossa região. Amanda é sortuda e torce para um time do ladinho do estado que ela nasceu, já Vanessa é uma situação mais “complicada”.

Relato da Amanda: Sou corintiana (como nossos queridos 10 leitores já sabem), nasci em Minas Gerais e moro no Rio de Janeiro. Pois é.
"Mas como passou a torcer pro Corinthians?" Como meus pais não torcem pra nenhum time, acredito que eu não escolhi torcer pro Corinthians por algum motivo óbvio, acho que realmente comecei a torcer e a amar e pronto.
Bom, sobre jogos em estádio a única coisa que tenho a falar é muito triste (música depressiva de fundo): nunca vi o Corinthians ganhar. NUN-CA. Infelizmente! Mas isso vai mudar e não demora, ok?

Relato da Vanessa: Sou santista (como nossos queridos leitores já sabem) e moro no Piauí! Sim, no Piauí. Quantas vezes vi o Santos de perto? Duas, apenas. Um amistoso contra o Vasco em 2010 e pela Copa do Brasil, em 2013, contra o Flamengo do Piauí. Os melhores e mais lindos dias da minha vida, posso dizer sem medo errar. Sabe do que eu sinto saudades? Do cotidiano, daquela emoção que a gente sente ao acordar num dia de jogo e pensar “hoje tem!”, de ir ao estádio, gritar gol lá de pertinho, da arquibancada, de sentir aquele clima no estádio, de combinar com as amigas de ir ao jogo juntas (por mais que isso nunca tenha dado certo, né Thais? rs), de conhecer pessoas, fazer novas amizades no estádio e tudo mais.

 Para falar mais sobre esse tema, nada melhor do que falar com pessoas que vivem isso, não é mesmo? A nossa proposta é entrevistar pessoas que moram bem longe de seus times do coração. Bem longe mesmo, até em outro país!
Estamos querendo saber mais sobre histórias de amor desse tipo e contar aqui no blog no próximo post (ou próximos, dependendo da quantidade de pessoas que mandarem), se você quiser contar pra gente sobre você + distância + time do coração é só entrar em contato pela caixa postal email: donasdojogoavv@gmail.com

Aguardamos sua história! Até o próximo post (que pode ser logo ou não).

Por: Amanda Rezende e Vanessa Moura.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Selvageria no futebol


“O que está acontecendo? O mundo está ao contrário e ninguém reparou” 
(Relicário - Nando Reis)

E fora dos estádios também! 
(Fonte: Paz no Futebol)

O que leva um “ser humano” a matar outro apenas porque ele torce para um time diferente do seu? Qual o limite do fanatismo? Qual o limite da rivalidade? Atitudes como essa podem ser justificadas por “amor ao futebol”?
É difícil ficar indiferente quando acontece uma morte no futebol. Quando se trata de algum ícone do esporte, ficamos abalados. Quando é uma morte “boba” por causa de violência entre torcidas, desperta sentimentos de repulsa, incredulidade e revolta.
Primeiro de tudo, vamos esclarecer aqui minha visão sobre seres que matam pessoas por causa de futebol: Não são dignos nem de serem chamados de seres humanos, animais ou “doidos”. São seres selvagens, sem limites e/ou noção de nada. Sim, tenho meus dois pés bem fincados na realidade e sei que briga de torcida existe e não é coisa rara (não deveria, mas existe). Estou falando aqui de "torcedores" agredindo e matando torcedores de times rivais. O que justifica tirar a vida de uma pessoa? Nada. Futebol, muito menos!
Sim, mas por que falar desse assunto agora? Domingo, dia 23, após o clássico SanSão, um torcedor santista membro da Torcida Jovem foi espancado até a morte por 15 torcedores do São Paulo, possivelmente integrantes da Torcida Tricolor Independente (você pode ler as notícias no Globo Esporte e no nosso parceiro Alvinegro da Vila).  Agora me diz, tem como ficar indiferente diante disso?
Imagina a pessoa voltando para casa, depois de ter visto um de seus maiores amores, certamente uma das coisas que mais gostava de fazer na vida, ter sua vida tirada por 15 monstros, sem a mínima condição de lutar para sobreviver, tamanha covardia? Dói o coração só de imaginar.
Não é só uma vida que se vai. É a que foi interrompida brutalmente e as que ficam (família, amigos e conhecidos). Além disso, o que também me inquieta bastante é a sensação “onde isso vai parar?”.
E não diga “ah, ela só tá falando tudo isso porque foi um santista e etc”. Podemos falar de outros casos lamentáveis e igualmente revoltantes, como o caso Kevin Espada, onde o menino de 14 anos morreu ao ser atingido por um sinalizador no estádio, e a barbárie em Joinville ano passado na partida entre Atlético-PR e Vasco que, por sorte, não teve mortos.
Vejo isso não só como uma questão de torcidas organizadas, até porque no caso do Márcio foram 15 contra um. Não foi briga de torcidas e sim uma covardia, 15 selvagens contra um homem. Isso pra mim é questão de caráter, ou melhor, da falta dele.
Terminando em morte ou não, o fato é que nada justifica situações como essa. Infelizmente, tenho certeza que mais torcedores, além de Márcio, já morreram em situações parecidas. Outra certeza é que “pessoas” que fazem esse tipo de coisa merecem punição pra ontem. 
Sobre os 15 selvagens: Não foram “homens” para espancar Márcio até a morte? Cadê a “macheza” pra mostrar a cara, assumir o que fizeram e arcar com as consequências (até porque a vida de Márcio eles não trarão de volta)? Ah, homens de verdade não fazem coisas desse tipo e eles sabem muito bem disso. Matar é crime e o mínimo que deveria acontecer era fazer com que esses monstros pagassem por tal ato. Que a justiça seja feita! (embora, infelizmente, eu não acredite que será).
Para finalizar, o velho clichê sempre é válido: se as devidas medidas não forem tomadas, nada vai mudar.

POR FAVOR! 
(Fonte: Futebol Arte)

P.S.: Já falamos um pouco sobre brigas no futebol aqui, mas diante desse fato lamentável era necessário retornar ao tema.
P.S. I: O texto de hoje contém mais reflexões do que respostas, mais inquietações, sentimentos tristes e de revolta do que o de costume. Não, não conhecia o torcedor santista assassinado, mas poderia conhecer. O sentimento vai além de “poderia ser um amigo meu, poderia ser eu”, é “é uma vida, um torcedor que se foi, uma família que ficou chorando, um filho que vai crescer sem pai”. Não precisa acontecer com um conhecido pra ficarmos revoltados e tristes, basta ser minimamente humano (como os selvagens que o mataram não foram e nunca serão).

  Por: Vanessa Moura.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Preconceito, dentro e fora do campo.

Essa semana que passou tivemos um caso de racismo no futebol (mais um, infelizmente). Tinga, jogador do Cruzeiro, passou por uma situação bem desagradável durante o jogo contra o Real Garcilaso pela Libertadores, no Peru. Quando ele tocava na bola, os peruanos imitavam macacos.
Desagradável e deselegante: sim ou claro? Fica aqui a pergunta: e daí se ele é negro, amarelo, azul, verde ou roxo? Qual o direito uma pessoa tem de julgar outra por qualquer uma de suas características?
Essa não foi a primeira vez que cenas desse tipo se repetem no futebol (e acreditamos que não será a última. Não que a gente seja pessimista e não acredite na ~humanidade~, mas se esse tipo ~ridículo~ de pensamento não mudar rápido a situação vai continuar igual).

(Imagem: MKT Esportivo)

Outros casos de preconceito no esporte: Em 2011, Michael, meio de rede do Vôlei Futuro, foi chamado de “bicha” pela torcida do Sada Cruzeiro. Segundo o atleta, o estádio inteiro (torcida cruzeirense), até mulheres e crianças, se referiam a ele com gritos homofóbicos. E você acha que só quem faz isso é a torcida adversária? Não. No ano passado, o zagueiro brasileiro, Paulão, que atua no Betis da Espanha foi expulso após receber o segundo cartão amarelo, teve que ouvir a própria torcida imitando macacos e saiu de campo chorando. Exemplos não faltam, não conseguiríamos falar de todos e nem de todos os tipos.
 A torcida pode ser linda, incentivar e tudo mais, mas infelizmente existem algumas atitudes que conseguem nos deixar tristes. Deixando bem claro que não estamos generalizando e/ou dizendo algo do tipo “tá vendo como torcida é isso e aquilo outro?”. Pelo contrário, quem já leu nossos textos sabe o quanto curtimos e, em casos específicos, até nos identificamos com elas.
A maior questão nessa história toda é: sim, esse caso tá na mídia, foi amplamente divulgado, estamos todos fechados com o Tinga (hashtag que rolou nas redes sociais e mobilizou inúmeras pessoas pelo Brasil inteiro). Tudo bem, mas e as outras pessoas que sofrem preconceito todo dia? Claro que não é de uma forma tão nítida e perceptível como nesses casos que ocorrem no futebol e esportes em geral, mas todos os dias várias pessoas são olhadas de uma forma diferente, diminuídas e até ofendidas por conta de sua cor, opção sexual.
Acreditamos que essas situações no esporte apenas evidenciam o que ainda existe na nossa sociedade: preconceito e mais preconceito. Bora rever nossas atitudes? Às vezes nós mesmos estamos fechados com o Tinga e agimos na vida real com frases do tipo “não sou preconceituoso(a), mas...”. Chega de hipocrisia, pode ser? Será que é muito clichê dizer que cada um precisa fazer a sua parte e ser uma pessoa melhor pro mundo ser um lugar bom de se viver? É, deve ser clichê, mas não deixa de ser verdade.


Textinho diferente do nosso estilo mais informal e descontraído, mas reflete bem o que pensamos a respeito do tema. Interessante que nas férias nós duas conversamos sobre isso e nunca postamos nada aqui. Agora a oportunidade apareceu.

Por: Amanda Rezende e Vanessa Moura.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Sete dias de Santos...


De sábado passado até hoje, tivemos uma semana digna de Santos: sen-sa-cio-nal! E é claro que eu não poderia deixar de vir ressuscitar o blog e abrir a temporada 2014 oficialmente.

Voltando um pouco no tempo...

Sábado passado, dia 25/01. Final da Copinha (que a gente comentou aqui), Santos x Corinthians. Os meninos da Vila fizeram a festa no Pacaembu, ganharam por 2x1 e levantaram a taça. Um grito de “CAMPEÃO” mais do que merecido, diga-se de passagem momento craque Neto. Os meninos fizeram uma campanha sensacional, disputando oito jogos e vencendo todos, a maioria de goleada. É mole? Enfim, é tradição. E ninguém pode ousar discordar, afinal de contas, contra fatos não há argumentos.
  
(Imagem: Flickr do Santos)


Quarta-feira, dia 29/01. Paulistão, Santos x Corinthians (de novo). Resultado? Santos 5x1, um passeio, chocolate, chame como quiser. O Peixe dominou, envolveu e engoliu o time da capital. Sorry, Amandita (repare que eu nem vou comentar em solidariedade a minha amiga Amanda).


(Imagem: Flickr do Santos)


Sábado, dia 01/02, vulgo hoje. Paulistão, Santos x Botafogo-SP. 5x1! De novo! Pois é, fazer o quê? Santos muito bem, atropelou mais um. Não se pode comparar, óbvio, mas vocês conseguem sentir aquele gostinho bom de 2010? Uns dizem que o Santos está enganando o torcedor. Eu, realista, mas confiante, acredito que não. Claro que não é pra ficar esperando sempre 5x1 ou cravar que temos uma nova versão do time de 2010, mas as atuações de quarta e de hoje suscitam esperanças de que o Peixe consiga novamente chegar muito longe esse ano. E olha que ainda temos muito o que melhorar (visão positiva e de psicóloga humanista porque sim).


(Imagem: Flickr do Santos)


Outro detalhe muito digno de nota: Hoje o Santos ultrapassou a marca de 12 mil gols. Sim, 12 MIL GOLS! O time que mais marcou gols no mundo. Agora você me pergunta: Vanessa, quem foi o privilegiado a fazer o gol dessa marca histórica? Gabriel Barbosa, vulgo Gabigol. Sim, um menino da Vila! Nada mais lindo do que ver um dos nossos meninos eternizar a tradição do Santos e traduzi-la em um número tão expressivo como esse. Não satisfeitos em fazer os quatro gols que faltavam e bater a marca, o time ainda fez mais um e o Peixe acabou o jogo com 12.001 gols.

(Imagem: Flickr do Santos)

Que venha mais uma semana como essa e muitas outras. Que essa alegria seja só o início!

Para finalizar: Boatos que existem torcedores que tremeram ao ver o 5x1 novamente no placar da Vila Belmiro ;)



Escrito por: Vanessa Moura (a santista do blog, obviamente).


sábado, 11 de janeiro de 2014

Que saudade!


Apareceu a margarida olê olê olá! E você aí achando que a gente tinha morrido abandonado nosso amado blog, né? Estamos de olho! rs Para falar a verdade, quase abandonamos mesmo. 2013 foi o ano da sobrevivência pra gente. Correria na faculdade (Amanda na Comunicação Social e Vanessa na Psicologia) e períodos de quase surto, mas aguentamos firme (ou quase) e sobrevivemos. Chupa, 2013!!
Com toda essa loucura acontecendo nas nossas vidas, ficava complicado dar a atenção necessária ao blog (na verdade ficava complicado dar a atenção necessária à faculdade e tals, já que sempre acabávamos colocando o blog em primeiro lugar... mas melhor não discutir isso agora). “Ah, mas elas largaram o blog de mão e ficaram tranquilas”, aí é que você se engana, meu querido(a)! Pensa em duas pessoas agoniadas e com aquele peso no coração por abandonar nosso espaço, pensa na saudade que a gente sentiu. E quando pensamos em parar de vez? A sensação que não ia mais ter o lugar pra gente falar nossas besteiras sobre futebol foi bem doída.
Contrariando tudo isso, cá estamos! Um novo ano e novo fôlego.
Vanessa falando - Vendo meus horários na faculdade esse período percebi que terei mais tempo livre, afinal de contas, tô acabando essa bagaça. Não que eu não goste e que não esteja sentindo um vazio desde já, mas esse tempo vai me deixar fazer outras coisas com a dedicação que elas merecem, tais como esse blog.
Amanda falando - Ainda não sei meus horários certinhos na faculdade, mas já sei que o período vai ser aquela loucura... Pretendo estar aqui sempre que possível, nem que seja só para comentar algum tema polêmico e divertido ligado ao futebol.


(Por que a festa? Porque a gente voltou!)


Depois dessa breve explicação (foi pequena, vai). Falemos um pouco mais de saudade. Saudade de que? De futebol, é claro! Vai dizer que você também não está com uma saudade enorme de ver teu time em campo? Eu sei que está. Aquele clima que só uma quarta-feira e um domingo com futebol são capazes de ter. Pode confessar que quarta e domingo (principalmente o entediante domingo!) sem futebol são muito chatos e cinzas, fala aí.
Enquanto o dia 18 (início do nosso Paulistão) não chega, a gente mata essa saudade vendo os meninos da base disputando a Copinha, campeonato que revela garotos que podem brilhar no time profissional futuramente. Eu, Vanessa, nem preciso falar que gosto muito de ver a base em ação, não é? Santos, categorias de base e tradição. Enfim, uma dica com selo de qualidade Donas do Jogo: vale a pena olhar a base do teu time e ficar ligada(o) nos meninos.
Vale a pena ficar de olho aqui também, já que na medida do possível estaremos postando nossos textinhos, etc e tal. Fique com a gente e nos ajude a construir a continuação desse blog, contamos com sua compreensão e com seu apoio! 


(Cooooorre menino! Bora acompanhar a Copinha e o nosso blog!)


P.S da Vanessa: Hoje é dia de Amandita, bebê! Hoje, dia 11/02, é aniversário da nossa querida Amandita, a corinthiana menos chata que existe no mundo, a amiga que me entende e com quem eu compartilho minhas loucuras. Muitos anos de vida, Amanda! Tá liberado deixar comentário parabenizando ela, viu gente? ;)
Mais um P.S da Vanessa: As duas imagens são relacionadas ao meu Santos por motivos de: não encontrei nenhuma do Corinthians da Amanda.


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