quinta-feira, 11 de julho de 2013

Vídeo patrocinado: A energia da chuteira Adidas Nitrocharge “The Engine”


 

Já imaginou unir futebol e energia? Futebol é movimento e nada melhor do que aproveitar a onda sustentável para transformar esse movimento em energia. Impossível? Nada, a Adidas (tinha que ser a líder mundial em futebol, né...) inovou e conseguiu fazer isso em um evento chamado “Power Pitch” (não, não sabemos por que não nos convidaram para esse evento, mas fica aqui a indireta para os próximos kk), no qual foi lançada a chuteira Nitrocharge. Alguns sortudos do futebol amador foram convidados para o evento e grandes jogadores como o muso De Rossi, Patrick Vieira e Jamie Carragher participaram de partidas de avaliação. Os movimentos dos jogadores no jogo de futebol foram transformados em energia utilizada para iluminar o estádio. Adidas também é sustentabilidade!


A chuteira Nitrocharge, além de linda, apresenta ENERGYSLING, um sistema que ajuda a melhorar as reações em campo. E não é só isso, o solado também é especial e tem ENERGYPULSE, o que facilita ainda mais o jogador nas arrancadas.

A marca lançou um vídeo bem bacana que mostra mais sobre o evento e a chuteira. Você pode vê-lo (é bacana mesmo, pode conferir) aqui:

 


E você, jogador ou peladeiro, vai perder a oportunidade de ter essa chuteira linda e toda especial? Não, né!

Para mais informações:
*Post patrocinado pela Adidas.


Quarta-feira de Galo na final, Copa do Brasil e até Brasileirão!

Uma noite de quarta-feira de muitas emoções...
(Por Vanessa Moura)

Na noite dessa quarta (10/06) tivemos cinco jogos pela Copa do Brasil, um jogo adiantado do Brasileirão e a esperada volta da semifinal do Galo contra o Newell’s Old Boys. Pela Copa do Brasil, meu Santos enfrentou o Crac na Vila e saiu com um empate sofrido, o Flamengo veio ao nordeste e ganhou do ASA, o Inter venceu o América-MG, a Ponte perdeu para o Nacional do Amazonas e Fortaleza e Luverdense não passaram do empate sem gols. No Brasileirão, o São Paulo perdeu para o Bahia em partida adiantada válida pela 11ª rodada.

Santos 1x1 Crac-GO

(Imagem: Site Oficial do Santos do tipo "olha isso" pq o jogo merece /:) 

Santos x Crac, o que dizer? Como santista eu só tenho a lamentar o que aconteceu porque olha, não foi fácil. No primeiro tempo o Peixe foi até ~razoável~, mas na etapa final o negócio desandou totalmente.
No final de semana o Santos venceu o São Paulo (como você leu aqui, claro) e eu fiquei muito esperançosa. Claro que não esperava um Peixe 100%, imbatível, mas ver o segundo tempo do jogo de hoje foi tenso. Acho que isso deu uma confiança muito grande até para os jogadores que pensaram que vencer o Crac seria simples, engano. Nos primeiros 45 minutos vimos um Santos relaxado em campo, com aqueles velhos erros de passe que matam qualquer santista do coração. Apesar disso, aos 38 minutos Leandrinho conseguiu fazer um golaço, uma pintura para abrir a coleção de gols que o menino vai fazer como profissional do Santos (que os anjos digam amém).
O segundo tempo não merece comentários. O Peixe bobeou demais, voltou mortinho da silva e o Crac aproveitou. Aproveitou tanto que empatou a partida com Ben-Hur (sim, Ben-Hur). No final o Santos até deu sinal de vida, mas em vão. Acabou o jogo e eu estava com uma bela dor de cabeça.
Com esse resultado vergonhoso para o Santos que, poderia sim, ter feito muito mais só nos resta pensar na vitória no jogo de volta. E uma vitória boa, por favor. Agora pensa, se o Peixe jogou isso, principalmente no segundo tempo, na Vila imagina lá na casa dos caras? Acorda, Santos! Levar sufoco para passar de fase, sendo que tinha tudo para vencer e vencer bem esse primeiro jogo? Caramba né. Que o jogo lá seja bem melhor pra nós do que o de hoje.
 Apesar disso tudo preciso comentar a saudade que eu estou de ver meu Santos (sim, por mais fraco que ele esteja) de pertinho, no estádio. Mais cedo vi uma frase que define bem o que eu estou sentindo: “só sabe o quanto é sem graça assistir um jogo na tv quem já assistiu na arquibancada”. Difícil essa distância e essa saudade do teu time. Ver o estádio vazio e você tão distante sonhando em estar lá, gritando nem que fosse só você e mais uma dúzia de loucos. Bom, mas isso pode ser tema até de outro post. Quem sabe.

Atlético-MG x Newell’s Old Boys

(Imagem: UOL)
Libertadores. Semifinal da Libertadores. Galo jogando em casa e precisando vencer por três gols de diferença para carimbar o passaporte para a final. Emoção pura: claro ou óbvio?
Confesso que não vi o jogo completo porque estava vendo o magnífico jogo do meu time (e não, não me arrependo disso. Torcer não é amar? E amar não é estar junto na alegria e na tristeza, para sempre e etc? Pelo menos essa é a minha concepção de torcer). Vi apenas o pequeno e de estranha voz Bernard reclamando muito da arbitragem no intervalo. Provavelmente ele deve ter tido razão nos comentários críticos sobre a arbitragem. Ou não (como eu disse antes, vi apenas o final do jogo). Mas isso fica para os debates e mesas redondas. No primeiro tempo, logo aos 3 minutos o próprio Bernard abriu o marcador no Horto. 1x0 Galo, esperanças renovadas. Faltavam apenas dois gols. Vale ressaltar (ou não) que o goleiro do time argentino mais parecia um defunto do que um jogador, ele não estava com uma cara nada boa. Foi atingido pela chuteira de Tardelli no primeiro tempo e ficou assim. Com esse auê todo, acabou que o primeiro tempo teve 54 minutos.
No segundo tempo, provavelmente muita coisa deve ter acontecido (ou não). Teve até queda de energia, o jogo ficou 11 minutos parado. 11 minutos preciosos ao Galo (providenciais, quem sabe). Após a parada por falta de energia o time mineiro voltou melhor, e aos 50 minutos da segunda etapa (sim, 50 minutos. O cronômetro continuou em andamento durante a queda de energia) mais um momento de pura alegria para os mineiros. Gol, Guilherme ampliou e o placar já levaria a decisão para os pênaltis. A alegria mudou de lado em Minas, o que antes era comemoração argentina virou festa mineira. Para quem ficaria pelo caminho logo de cara decidir o futuro nas penalidades não era tão mau negócio. E assim foi. Pênaltis! 2x2, Jô perdeu, Casco (do Newell’s) também, Richarlyson perdeu, Cruzado (outro jogador do Newell’s) perdeu também. Empate, Ronaldinho na bola e gol. O futuro estava nos pés de Maxi Rodrigues. Ou melhor, estava nas mãos de Victor. E no duelo entre Maxi Rodrigues e Victor, o goleirão do time mineiro ganhou e o Galo passou.
Comemora massa atleticana! Galo na final da Libertadores! (só não me venham com Galo é Brasil na final da Libertadores, não concordo. Não que tenha alguma coisa contra o Atlético, mas generalizar assim não é pra mim)

Outros resultados da noite:
Terceira fase da Copa do Brasil - ASA 0x2 Flamengo, Internacional 3x1 América-MG, Ponte Preta 0x1 Nacional-AM e Fortaleza 0x0 Luverdense.

Brasileirão (partida adiantada da 11ª rodada) – São Paulo 1x2 Bahia.

domingo, 7 de julho de 2013

Domingo de Brasileirão: Timão vence o Bahia e o bom freguês (São Paulo) sempre volta.


Corinthians x Bahia
(Por Amanda Rezende)
 
(WTF???? Fonte Imagem: Globo Esporte)

Ai que saudade que eu estava do Corinthians! Ai que saudade que eu estava de vitória do Corinthians! Ok, já parei!

Lembrando os últimos jogos desses times: Bahia empatou com o Vasco (1x1) e Corinthians empatou com a Portuguesa (0x0) dia 08/06.

Situação: Os dois times no meio tabela (um mais pra parte de cima e outro mais pra parte de baixo, mas isso não vem ao caso, não é mesmo?) e com alguns muitos desfalques (sempre) para a partida válida pela 6ª rodada do Brasileirão.

Pra começar o Corinthians estava jogando de camisa azul e o Bahia de camisa branca, só pra me confundir bastante... O jogo foi bem bom de assistir, no início o time baiano estava pressionando muito e chutando mais pra gol. Aos 28 minutos do primeiro tempo, levei um susto enorme: Tite Titi chutou para o gol e já estava comemorando quando o juiz deu impedimento. 4 minutos depois a bola entrou no outro gol (sem impedimento dessa vez e nem falta, não discute comigo): Pato marcou para o time corinthiano! A bola parecia que ia teimar e não entrar naquele gol, mas felizmente entrou! (Vi alguém -provavelmente alguma página corinthiana no facebook- falando que o Pato ia fazer gol. Isso se chama vidência. Ok.).
38 minutos (1º Tempo) - Bahia: Cartão amarelo: Anderson Talisca.
40 minutos (1º Tempo) - Bahia: Souza entra, Fernandão sai.

E aí aos 42 minutos (1º Tempo) o placar ficou diferente: Gol maravilhoso do Corinthians, a bola sobrou para Alexandre Pato chutar! (esse moço estava inspirado, hein!). O primeiro tempo permaneceu assim e antes de irmos para a outra metade da partida tenho que ressaltar as boas defesas do goleirão Cássio.
No segundo tempo, o Corinthians entrou com tranquilidade (óbvio). Mas nada de superioridade marcante e jogo sem graça, a partida tava ótima de assistir ainda! Movimentação, chutes a gol e goleiros fazendo boas defesas.
8 minutos (2º Tempo) - Corinthians: Ibson entra, Renato Augusto sai. (Preocupada com Renato Augusto que saiu machucado...)
24 minutos (2º Tempo) - Bahia: Jussandro entra, Raul sai.
32 minutos (2º Tempo) - Bahia: Cartão amarelo: Fabricio Lusa.
36 minutos (2º Tempo) - Corinthians: Léo entra, Pato sai. (Pato super phyno saiu com aplausos)
42 minutos (2º Tempo) - Corinthians: Maldonado entra, Romarinho sai.
            Antes do final do jogo a torcida do Timão já estava dominando a Arena Fonte Nova com sua comemoração. Com esse resultado o Corinthians dá uma subida (uhuuul!) e o Bahia cai na tabela (Ah, vá!).

Placar final: Corinthians 2 X 0 Bahia.

Outros resultados do Brasileirão (16h):

Santos 2 x 0 São Paulo. [Para alegria e felicidade da nossa Vanessa!]
Internacional 5 x 3 Vasco. [Cariocas devem ter uma dificuldade natural até de respirar no frio, imagina jogar bola!]
Goiás 1 x 0 Vitória. [cri cri cri]

Como vocês podem perceber sou uma pessoa totalmente imparcial que não usa ironias, quer melhor?. Então não deixe de acompanhar os jogos do Brasileirão (não todos, alguns. somos gente também) por aqui! Até mais!


São Paulo 0x2 Santos - O bom freguês sempre volta!
(Por Janaína Cavalcante)



No Morumbi, em jogo válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro, quem deu bola foi o Santos. O Peixe venceu o Tricolor do Morumbi pelo placar de 2x0 com gols de Giva e Cícero. (E convenhamos, nada como uma vitória em cima de um rival, para levantar os ânimos).
Mesmo jogando em casa o São Paulo não fez prevalecer o mando de jogo, muito menos o tal favoritismo. Muito pelo contrário, em boa parte do jogo o Tricolor sofreu com os Meninos da Vila (Será que vem aí uma nova geração? haha). Mas para não dizer que o São Paulo não fez nada, no início do segundo tempo, o time comandado por Milton Cruz conseguiu, enfim, levantar a torcida. Lúcio deu dois chapéus seguidos na intermediária e, após tabela, conseguiu encontrar Jádson, que invadiu a área, cortou o marcador e tentou o chute, mas a bola foi para fora do gol de Aranha. (E eu, é claro, já estava surtando kkkkk). Logo em seguida o meu Santos abriu o placar com Giva (Futuro Neymar, tô brincando haha), mesmo assim o Tricolor manteve uma equipe ofensiva, porém, sem sucesso. Apostando nos contra-golpes o Peixe fez o segundo gol com Cícero e liquidou a partida.
No final de tudo, o Santos enfim, venceu e convenceu (coisa que não fazia há tempos). E o melhor, somamos mais 3 preciosos pontos, nos afastamos ainda mais da zona de rebaixamento e de quebra, mantemos a freguesia do São Paulo (4 anos sem vencer o Peixão, tá bom ou quer mais? kkkk tá, parei)
E por fim, acho que depois dessa partida, o torcedor santista pode voltar a sorrir e ver que nem tudo está perdido, nossa base continua firme e forte, dando bons frutos, o jogo de hoje foi um exemplo disso.

Outros resultados (jogos das 18:30):
Botafogo 1x0 Fluminense
Atlético-MG 3x2 Criciúma      


Bom, e assim acabou a 6ª rodada. Acabou-se a saudade (ou ainda nem tanto), nossos times de volta, aquela sensação boa. E o teu time, te deu orgulho nessa volta? Deu show ou nem tanto? Comenta aí, fala pra gente sobre o teu time e a expectativa para as próximas rodadas!

Quarta-feira tem mais futebol e sabe quem também estará de volta? Sim, nós! Então até lá!

sábado, 6 de julho de 2013

Noite de empates sem shows


Atlético-PR x Grêmio
(Por Amanda Rezende)
 
(Fonte Imagem: Globo Esporte)
            
Boas notícias para quem acompanhou minha triste história: estava sem televisão, não vi nenhum jogo da Copa das Confederações e fiquei muito chateada com isso, mas agora já posso ver os jogos decentemente aqui nos meus canais HD, beijos rs.
Ok, na realidade eu sei que vocês não querem saber nada da minha vida e não devia ficar contando, vamos ao que interessa então:

                                            Atlético-PR x Grêmio:      

Você está perdido (como eu) e não se lembra dos últimos jogos desses times? Calma, eu ajudo: Grêmio empatou com o São Paulo dia 12/06 (1x1) e o Atlético perdeu pro Vitória dia 09/06 (3x2). Grêmio no meio da tabela (mais pra cima do que pra baixo) e Atlético-PR no final dela (normal).


06/07: Jogo válido pela 6ª rodada do Campeonato Brasileiro (já tava com saudade do Brasileirão!). Os dois times com alguns desfalques e Grêmio com o comando de Renato Gaúcho (algo que não vou discutir simplesmente porque não tenho nada interessante para falar).
 O primeiro tempo foi bastante movimentado, mas os jogadores pareciam estar sem um "objetivo" e sem jogadas claras. Nada de gol e uma técnica questionável. Os dois times não se mostraram muito nessa metade da partida e não teve nenhum time 'muuuito superior' que o outro. O momento mais emocionante (risos) foi quando Zé Roberto chutou para o gol e a bola entrou, mas foi marcado o impedimento e não valeu. Não teve nenhuma substituição nessa etapa (tô até sem o que falar aqui haha) e apenas um (raro isso) cartão amarelo: para Moisés por falta em Everton aos 44 minutos.


 Pausa para mais um comentário inútil: Disseram que tinha um carro estacionado no trilho do trem e estavam pedindo várias vezes no estádio para o ser humano inteligente que fez isso ir lá tirar o carro. (WTF? Espero uma explicação lógica para o fato, obrigada). 

 Segundo tempo começou movimentado e mais emocionante: Everton recebeu cartão amarelo logo aos 6 minutos por falta em Adriano. Pronto, só isso, passou, já ficou igual ao primeiro tempo de novo por muito tempo... Aí Zezinho saiu para a entrada de Paulo Baier no lado atleticano e essa parecia ser a única coisa que ia acontecer até o final do jogo. Mas quando ninguém mais esperava (por volta dos 32 minutos): gol do Atlético-PR! Pedro Botelho! Grêmio, obviamente, fez mudanças: Maxi Rodríguez entrou no lugar de Guilherme Biteco e Kleber no lugar de Vargas. A alegria atleticana não durou muito tempo: Barcos marcou o gol de empate aos 38 minutos. Aí foi a vez do Atlético mudar: Marcão entrou no lugar de Felipe. No finalzinho, Bruno Silva cometeu falta e ganhou o amarelinho e os dois times fizeram as últimas alterações: no Grêmio saiu Souza e entrou Cris e no lado atleticano saiu Everton para a entrada de Jonas.
E o jogo terminou num clima de vaias e decepção, com muitas mudanças importantes a serem feitas nas duas equipes! 

Placar final: Atlético-PR 1 X 1 Grêmio.


Outros resultados do Brasileirão:


Náutico 1 X 3 Ponte Preta.
Flamengo 2 X 2 Coritiba.



Portuguesa 1x1 Cruzeiro
(Por Vanessa Moura)

(Imagem: o bom e velho GE)


Uma bela noite de sábado, muita gente vendo o Samba Brasil no Multishow (merchan), vendo o UFC, novela, gente vendo o show do Belo (só vai entender essa quem ler o resto do texto). E eu lutando para ver o jogo pela internet. A Amanda viu o dela mais cedo (e você leu aí acima). Agora me diz, merecemos ou não ficar ricas por meio desse blog? (Siiiiiiim! Haha Aliás, aceitamos patrocínio e etc, nosso email tá ali do lado qualquer coisa)
Os times antes da parada: A Portuguesa ganhou do Fluminense por 2x1 e o Cruzeiro empatou em 2x2 com o Inter. A partida marcava o primeiro jogo do técnico da Portuguesa Edson Pimenta como efetivo, ele tem mais de 30 anos no time. É mole? Bonito de se ver! Essa partida marcou também 500 jogos do Fábio, goleiro do Cruzeiro, pelo time mineiro (WOW! Parabéns Fábio!). Um fato desnecessário de ser comentado, mas curioso: a torcida da Lusa marcou presença em pequeno número no Canindé essa noite, os mineiros estavam em maior número. E onde estava a torcida da Portuguesa? Estava no anexo do estádio pra ver o show do Belo!
Logo de cara, vale comentar: Oi Diogo! (sim, o Diogo que era do Flamengo e foi para o Santos, lá está ele na Lusa. Impossível não lembrar daquele bigode horrível que ele usava nos tempos de Peixe)
“Valha-me Deus, não tem nem 5 minutos e a Portuguesa já abriu o marcador!”: minha reação ao ver o narrador gritando gol, nem tinha me preparado ainda. O zagueirão Valdomiro aproveitou, não perdeu tempo e, de cabeça, abriu o marcador para a Lusa.  O Cruzeiro teve chances de empatar logo nos minutos seguintes, mas desperdiçou. A Lusa recuou um pouco e o time mineiro aproveitou, foi pra cima e conseguiu empatar.
(Pausa pra comentar que ver jogo pela internet é triste. Quando a imagem resolve travar, só Jesus! /: Um dia eu ainda terei uma tv por assinatura para ver os jogos decentemente)
Enquanto eu me lamentava sobre não ter tv por assinatura o link travou, e sabe o que aconteceu? Isso mesmo, GOL! O empate do Cruzeiro que eu falei antes da pausa. Bruno Rodrigo (conhecido da torcida santista) marcou de careca cabeça. E o primeiro tempo foi isso, pelo menos foi o que eu consegui ver e ouvir por motivos de: link bugado.
Sim gente, sou a única que ainda não se acostumou a ver o Dedé com a camisa do Cruzeiro? Nada contra, muito pelo contrário. Só não me acostumei ainda. Imagina os vascaínos..
Aos 18 do segundo tempo, uma chance (ou pelo menos quase isso) de gol no segundo tempo. Cobrança de falta para o Cruzeiro, mas nada. E a Lusa também nada! A Portuguesa estava tímida, faltava beleza (beleza, Belo. Trocadilho sem graça, pode dizer). Confesso que nesse momento do jogo já estava pensando que a torcida que foi para o show do Belo tinha feito melhor negócio (ou não). O Cruzeiro era bem melhor na segunda etapa, Anselmo Ramon quase deixou o dele, mas o goleirão estava atento. A Portuguesa melhorou no fim e aos 38, de furada em furada, quaaaaaase conseguiu marcar o dela.
E sim, as emoções ficaram para os últimos minutos. Depois do “quaaaaaase” do time paulista, os mineiros também quase marcaram em lances que assustaram os torcedores que não foram ver o Belo e os que continuavam vendo o jogo pela tv. No último minutinho da partida o Cruzeiro teve a chance de vencer nos pés, cobrança perigosíssima de falta, mas a chance ficou na barreira. Depois de muitas chances e muitos “quases” (em sua maioria do Cruzeiro), o jogo ficou por isso mesmo.
Fim de papo no Canindé: Portuguesa 1x1 Cruzeiro e ficou de bom tamanho para a Lusa.


Amanhã tem mais Brasileirão e a gente se encontra aqui de novo. Até lá! 







quinta-feira, 4 de julho de 2013

A derrota do Galo na visão de uma atleticana..

Newell’s Old Boys 2x0 Atlético Mineiro
(por Gabriela Spinola)



Não gosto de derrotas.
A grande verdade é que ninguém gosta, claro, isso é uma das leis básicas da vida. Mas a derrota que o Atlético Mineiro sofreu ontem foi particularmente desgostosa - e isso, levando-se em conta que foi esse o time que me ensinou a aceitar que a vida é basicamente feita de derrotas.
Pra começar, cheguei atrasada. Sentei-me em frente à televisão quando a partida já mostrava quinze minutos de duração, mas ao meu ver eles ainda poderiam estar no aquecimento. A primeira frase que meu cérebro formulou foi "mas que raios é isso?" (ou algo bem menos elogioso), porque, verdade seja dita, o Alvinegro parecia mais estar enfeitando o campo que lutando para conquistá-lo. Concluí que, se não fôssemos ganhar, pelo menos não iríamos perder... Errei.
As atuações foram tão inibidas, quase envergonhadas e entediadas, que me fizeram questionar em voz alta (e mais de uma vez) o que foi que o resto do time ficou fazendo da vida enquanto Bernard e Jô figuraram na Copa das Confederações. O Galo ia, rapidamente, perdendo espaço e deixando - isso mesmo, deixando! - que o Newell's Old Boys (eita nominho difícil) avançasse sem dó. Algumas defesas de Vitor, atualmente quase um ninja, não foram o suficiente para impedir que o time brasileiro tomasse dois gols (que me doeram como tapas na cara) e tivesse o seu gol anulado por um impedimento que surgiu do Tártaro.
A inércia da equipe como um todo, no entanto, não desvaloriza o esforço concreto de alguns. Luan, por exemplo, tomou um cartão amarelo e temi que fosse dar algum barraco de novo, mas mostrou-se prestativo e esforçado, um reflexo do desespero e medo de serem desclassificados que pairava sobre a equipe e toda a torcida. Bernard estava, quase sempre, na hora certa e no lugar certo, mas parecia ter incorporado o espírito de uma pipoca , quando as coisas esquentavam, ele pulava (não mais que o Richarlysson, mas enfim). Ronaldinho não fez nada demais, mas vejo nele o mesmo desejo de toda a equipe e torcida: o título, a todo custo, após 42 anos de "seca".
Enfim, só nos resta aguardar a próxima quarta-feira, para confirmar se continuarão na luta pela Taça Libertadores, ou não.

Copa do Brasil, final da Recopa e Galo na Liberta.

Copa do Brasil, final da Recopa e Galo na Liberta.
(Por Vanessa Moura)

Tudo isso rolando e você me diz “mas Vanessa, você foi assistir logo a Copa do Brasil?”. Sim, querido leitor, assisti a Copa do Brasil! Nada contra, óbvio, mas eu não tenho tv por assinatura e tive que me virar com o que passou na tv aberta mesmo (gente pobre é outra coisa).

Botafogo x Figueirense

(Imagem:Lancenet)

Times voltando da parada da Copa das Confederações, aquela coisa toda né? Então, foi bem assim mesmo. Todo mundo querendo mostrar trabalho, mostrar a que veio (apesar de não ter acontecido isso e o jogo poderia ter sido bem melhor). O Botafogo veio “renovado”, com essa parada o time carioca perdeu alguns nomes importantes do elenco. O Figueirense, por sua vez, queria ir pra cima do Fogão como fez em 2007 e estragar a alegria dos cariocas. Lembrando que esse jogo valia pela ida na Copa do Brasil, ou seja, o resultado era importante sim! De acordo com ele, os times poderiam encaminhar bem seu futuro na competição.
O Botafogo estava em casa, apesar da torcida não marcar tanta presença (apenas 754 pagantes), e o anfitrião fez as honras da casa. Os cariocas foram pra cima do Figueira e quase abriram o placar logo aos 7 do primeiro tempo. Apesar do assanhamento (ui!) do Fogão, o Figueirense também mostrou que não estava morto e que queria comemorar em terras cariocas.
O menino Vitinho, do Botafogo, apareceu (pelo menos nesse lance aa partida), mandou bola na trave e tudo. Pelo lado catarinense, Wellington Saci (oi?) também se animou e queria mexer no marcador, mas o goleirão Jefferson não deixou e fez uma ótima defesa. Aos 28 minutos, o momento de maior emoção do primeiro tempo e o mais esperado do jogo inteiro. Sim, o gol! Rafael Marques aproveitou o escanteio e mandou de cabeça para o fundo do gol do Figueirense. No finalzinho do primeiro tempo, Seedorf quase fez um golaço-aço-aço (sim, seria um gol maravilhoso mesmo. Não é exagero). Ele tentou encobrir o goleiro e mandou a bola na trave (um pecado não ter entrado). 1x0 para o time carioca e fim da primeira etapa.
No início do segundo tempo o Figueirense tentou uma reação. Afinal de contas, era ele que precisava correr atrás do prejuízo. Eles até tentaram, foram pra cima, mas nada. Os catarinenses até chegaram a balançar a rede aos 18 minutos da segunda etapa, mas o gol foi impedido (pelo menos de acordo com o bandeira).
Pausa para comentar sobre o Seedorf. Ô homem forte hein? Só é parado na base da falta e não cai por qualquer coisa. Bacana de se ver! E o Bolívar hein? Sou a única que não consegue ver ele e deixar de cantar “Bolívar, Bolívar general!” ♫ (Ok, desconsiderem esse comentário). A coisa estava feia na partida. Até o juizão Ceretta de Lima pediu água nos olhos para aguentar (mentira, ele sentiu alguma coisa. Mas não poderia deixar passar batido).
Aí amigos, foi lá e cá. O Figueirense perdeu uma bela chance na cara do Jefferson, ou o Jeferson foi muito bem e pegou, enfim. E o Botafogo também foi lá e perdeu o dele. Seedorf também aprontou uma dessas, fez uma jogada linda e na hora do “vamos ver” finalizou muito mal (e fingiu arrumar a chuteira depois, só pra disfarçar. Estamos de olho!). Rafael Costa também perdeu uma chance inacreditável, cara a cara com o Jeferson.
É amigos, não foi fácil. O jogo foi ruim, mas o Botafogo saiu com a vitória simples. Menos mal para os cariocas. E aos catarinenses só resta correr atrás do prejuízo em casa.

Placar final: Botafogo 1x0 Figueirense.

Ainda pela Copa do Brasil tivemos Goiás 3x0 ABC.


Final da Recopa

O Corinthians (da Amandita) saiu na frente pela disputa do título da Recopa. O time da Amanda ganhou do São Paulo por 2x1, no Morumbi. (Comemora, Amandita!)


Galo na Libertadores

O Galo perdeu do Newell’s Old Boys (nomezinho difícil hein?) lá na Argentina por 2x0 e agora vai precisar vencer por 3 gols de diferença para carimbar o passaporte para a final. Difícil? Sim, mas não impossível.

domingo, 30 de junho de 2013

O bronze da Itália e o TETRA do Brasil

Nessa bela tarde de domingo (30/06), tivemos os últimos jogos da Copa das Confederações. A disputa do terceiro lugar entre Itália e Uruguai e a finalíssima entre Brasil e Espanha.


Itália x Uruguai
(Por Amanda Rezende)

(Imagem: UOL)

             Uma Itália desfalcada (porém Itália) e um Uruguai sem medo. Salvador e sua temperatura exageradamente elevada foi o cenário dessa disputa pelo terceiro lugar da Copa das Confederações. Para piorar, o horário do jogo era uma hora da tarde! Senti muito calor por todos que estavam no estádio sem nem ver a partida! (Mentira, aqui tá frio e continuei com frio.)
            O primeiro tempo começou com um bom ataque italiano marcado por uma razoável defesa uruguaia. Era evidente a superioridade da Itália, só faltavam os gols. Maxi Pereira recebeu o único cartão amarelo do primeiro tempo, aproximadamente aos 9 minutos, por falta em De Sciglio. Aos 24 minutos, tivemos o -também único- gol da primeira metade do jogo: da Itália em cobrança de falta. Primeiro, tinham dado o gol para Diamanti, depois disseram que foi de Astori. (Eu não posso dar minha opinião sobre isso, pois estava acompanhando por rádio e não vi o lance. Pessoal da rádio comentou que o gol foi realmente de Astori). Aos 32 minutos, quase tivemos outro gol: na cobrança de falta por Forlán, Cavani bateu para o gol e a bola entrou, mas o bandeira tinha marcado posição irregular! Aos 40 minutos, teve polêmica: um possível toque de mão de Chiellini fez surgirem reclamações dos jogadores do Uruguai e pedidos de pênalti, mas o juiz não marcou nada.
            O segundo tempo foi mais emocionante e movimentado. Aos 9 minutos, Chiellini recebeu cartão amarelo por macumba dos uruguaios que queriam o pênalti por falta em Suárez. Aos 10 minutos, a primeira mudança da partida foi do Uruguai: saiu Rodríguez para a entrada de González. Aos 12 minutos, o gol de empate: Cavani marcou! (para compensar aquele impedimento). A partir desse momento o jogo ficou um pouco mais equilibrado.
15 minutos - Uruguai: Cartão amarelo: Suárez. (Por falta em Astori)
24 minutos - Itália: Aquilani entrou, De Rossi saiu.
            Aos 27 minutos, gol da Itália: Diamanti ( Diamonds are a girl's best friend ) marcou em cobrança de falta (Agora sim, Diamanti!). Mas o Uruguai não estava deixando a Itália marcar vantagem por muito tempo: Cavani empatou novamente o jogo aos 31 minutos (pra compensar totalmente aquele impedimento).
35 minutos - Uruguai: Álvaro Pereira entrou, Maxi Pereira saiu. (São irmãos?)
36 minutos - Itália: Cartão amarelo: Montolivo. (Por falta em Arévalo Rios)
37 minutos - Itália: Giaccherini entrou, Diamanti saiu.
            As chances de gol perdidas merecem destaque, foram muitas para os dois lados!
      Com esse 2x2 fomos para a prorrogação. Os jogadores estavam, obviamente, desgastados (corra por mais de 90 minutos numa tarde de calor imenso em Salvador e consiga respirar depois, aí vem aqui e me conta) e provavelmente quase morrendo de desidratação. Mas as regras são essas e a prorrogação tinha que acontecer. O primeiro tempo da prorrogação não alterou o placar, tivemos substituição na Itália: Bonucci entrou no lugar de Astori e uruguaios pedindo pênalti (mas de novo o árbitro não marcou). Na segunda metade da prorrogação, o resultado não mudou novamente: tivemos substituição no Uruguai: Pérez entrou, Rios saiu e Montolivo levando o segundo amarelo e sendo expulso, a Itália ficou com um homem a menos.
            E aí? E aí fomos para os malditos pênaltis. Eu simplesmente passo mal quando o jogo vai para os pênaltis, não consigo assistir, começo a rezar pelas almas dos jogadores que vão ter que bater e, principalmente, dos goleiros. Preciso falar que só ouvir é ruim do mesmo jeito? Bom, nessa etapa a Itália ganhou por 3x2 (falaram bastante dos chutes ruins e feios do Uruguai e das defesas do goleiro italiano -que eu não vi-). E assim a Itália conquistou o bronze (LITERALMENTE!!!) na Copa das Confederações.

P.S.: Culpem a FIFA por qualquer informação errada presente nesse texto, um beijo.

(Imagem: UOL)



É TEEEEEEEEEEETRA! - Brasil 3x0 Espanha
(Por Vanessa Moura)

(Imagem: GE)

Logo de cara lanço uma pergunta no ar: Mas gente, e a poderosa Espanha hein? Alguém viu?
Vi gente que dizia que o Brasil levaria um sapeca da Espanha, que até poderia ganhar, mas seria um baita sufoco, que o governo pagaria para ganhar e abafar os protestos. Gente, parem com isso, por favor. A Espanha estava tontinha, coitada (coitada uma ova), olha a teoria da conspiração. E mesmo quem é contra os gastos enormes da Copa não pode ficar alegre pela seleção? Ah vá!
Enfim, vamos falar de coisa boa? Falemos do chocolate que a nossa seleção deu nos espanhóis. Vamos ao jogo! O Brasil começou avassalador (pode ler no ritmo da música “sou foda”, a ocasião merece), fez gol logo aos 2 minutos (isso, dois minutos, seguindo o costume que já vinha apresentando nos jogos da competição). Fred (que faz gols além de sucesso. Juro que essa será a última vez que vamos usar essa piadinha que já perdeu a graça) mesmo caído, deitado, jogado no chão mostrou porque é chamado de matador (e pegador também, mas não se aplica ao caso), conseguiu chutar e meter a bola no gol. Dois minutos e gol, caras. O Maracanã explodiu em um só grito, uma só voz. Gol do Brasil!!! Vocês sentiram a mesma emoção? Gritei, pulei e tudo mais (confesso que ainda estava engasgada com aquela partida do Mundial de 2011 entre o meu Santos e o Barcelona, o que me fez ficar ainda mais alegre com esse gol e, no fim das contas, com o passeio do Brasil em cima dos espanhóis).
Pausa para voltar um pouco no tempo, lá antes da bola rolar. Sabe aquela torcida maravilhosa que apoiou o Brasil em todos os jogos e deu show em cada estádio e cidade-sede? Então, hoje ela estava mais linda ainda! Maracanã lotadíssimo, 71.531 torcedores, em sua maioria brasileiros, cantando o hino nacional completo (que mais uma vez foi de arrepiar) e empurrando o time, sendo o 12º jogador, colocando pressão mesmo. Sabe aquela coisa de levar o time nas costas? Então, não diria que os brasileiros levaram a seleção nas costas, mas deram um incentivo daqueles em busca do objetivo maior que era a vitória e conquista da taça.
Voltando ao jogo. Depois do gol (e até mesmo antes dele), amigos, a Espanha se perdeu. Ouso dizer que os espanhóis já ficaram meio tontos lá no começo, com o hino nacional. Só se via Brasil, só dava Brasil! O Brasil tomou para si a marca registrada da seleção espanhola, toque de bola e calma. O Brasil desfilava em campo, era bem superior, criava chances de gol e dava uma senhora canseira na Espanha. Em um determinado momento, os espanhóis se acalmaram e tentaram uma reação, mas foi em vão. Aos 44 minutos, Neymar ampliou! 2x0!!! (nem preciso dizer que eu comemorei demais esse gol do nosso eterno menino da Vila né?)
2x0 e intervalo, o Brasil era superior e eu já pensei “vira 2, acaba 4?”. Quase acertei... Ah, vale falar do cabeludo David Luiz que hoje tava que tava, o moço estava inspiradíssimo. Até gol da Espanha o homem salvou quase em cima da linha!
2 minutos do segundo tempo é momento de que? De gol do Brasil, é claro! Mais um dele, Fred! O moço foi lá e fez mais um, ampliando a alegria que já era enorme. 3x0 e tudo lindo, Brasil daquele jeito. O Brasil que os brasileiros sentiam tanta saudade, um Brasil sobrando em campo. E o melhor? Do outro lado era ela, a Espanha!
Sim, mas o jogo também teve emoção. Aos 8 minutos da segunda etapa, Marcelo fez pênalti em Jesús Navas (aquele salvador de Espanha x Itália, lembram? Hoje nem Jesús salvou a Espanha) e o lindo Sergio Ramos perdeu. Sim, perdeu! (desculpa, mas eu ri nesse momento) O zagueirão Piqué, coitado (sqn), fez falta dura em Neymar, acabou sendo expulso e foi para o chuveiro mais cedo (imagina a cara da Shakira, que já estava toda tristinha no primeiro gol do Brasil? A coitada só faltou chorar, estava desolada). Espanha com um jogador e a menos, caminho livre para mais gols do Brasil não é? Infelizmente não, ficamos no 3x0 mesmo. Apesar disso, me dei por satisfeita.
O que fica dessa partida? 3x0, um baile e o TETRA!
Valeu, Brasil! Hoje foi lindo, a Copa das Confederações serviu para trazer de volta uma coisa que tinha se perdido na maioria dos corações brasileiros: o amor e o orgulho de ser brasileiro (pelo menos no quesito futebol). Que venham ainda mais melhorias! E fica mais uma pergunta no ar: Se o Brasil jogou bem assim a Copa das Confederações, imagina na Copa? *-*

(Imagem: UOL)


E acabou-se a Copa das Confederações, muito obrigada a todos que leram esses textos (na maioria das vezes enormes) em formas de post. E continue com a gente, voltaremos com o Brasileirão, com textos sobre o seu time, o meu, o da Amandita, enfim, tantos quanto conseguirmos.
Até a próxima e que venha a volta do Brasileirão! 

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