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quinta-feira, 25 de julho de 2013

Galo CAMPEÃO, Copa do Brasil (Crac x Santos) e até Brasileirão!


Meu Santos jogando, Galo decidindo a Libertadores com o Olimpia, jogo adiantado do Brasileirão rolando e mais alguns jogos pela Copa do Brasil. Eu desesperada: sim ou claro? Nem vou comentar mais nada sobre isso. Essa noite eu resolvi inovar, vi o jogo do Peixão e ouvi o do Galo. (Imagina bem aí a situação, desesperada vendo o jogo do meu time e ouvindo a final da Libertadores por uma rádio de Minas. Pura emoção. Não sei como sobrevivi)


Final da Libertadores: GALO CAMPEÃO!
Atlético-MG (4) 2x0 (3) Olimpia
 (Por Vanessa Moura)

(Imagem: Lancenet)

  
O grande momento havia chegado. A grande final. Aquele momento que o coração do torcedor quase sai pela boca, que você espera uma vida inteira pra viver e chega a acreditar que não vai conseguir sobreviver até o fim, tamanha a emoção. E nessa decisão a dose de emoção era ainda maior. O Galo precisava de uma virada, já que havia perdido o primeiro jogo por 2x0. E não era uma virada simples, não. Três gols de diferença para gritar o inédito “É CAMPEÃO” na Libertadores. Eu disse que não seria simples, mas falei em impossíve? Não! Quer mais emoção do que isso tudo?
Sobre o jogo em si eu não posso nem comentar muito, porque fiquei mais tensa do que tudo (vendo o jogo do meu Santos e ouvindo o jogo do Galo por uma rádio mineira. E olhe, se você quer emoção escute jogo na rádio. Só não ouse fazer isso se você tiver problemas cardíacos). Pelo que eu ouvi (leia-se os moços da rádio comentaram) o Atlético não se mostrou no tempo regulamentar. Até criou chances, mas perdia e as vezes o Olimpia assustava também. Enfim, tava na cara que não seria fácil. O primeiro tempo foi aquela coisa agoniada, nada de gol e eram necessários, no mínimo, dois.
Logo no começo do segundo tempo, gol! Jô abriu o placar e mostrou a massa atleticana que poderia, sim, continuar acreditando. Nada estava perdido, era difícil, mas não impossível. Gol logo no começo só serve pra aumentar as expectativas. Não que isso seja ruim, pelo contrário, mas o torcedor anseia logo pelo próximo e por mais (no caso eram necessários mais dois e o grito preso na garganta poderia ser liberado ao apito final). Mas quem disse que o outro gol saiu logo? Ele demorou a chegar. Aos 41 minutos (sim, o Galo tem dessas e nessa Libertadores então nem se fala), faltando pouco pra acabar o jogo, o zagueiro Leonardo Silva meteu a cabeça na bola e GOL! Lembram da frase daquele post do primeiro jogo da final que o nosso querido Marlon definiu a campanha do Galo na Libertadores? "Não é milagre, é Atlético Mineiro". Então, acho que ela define bem mesmo tudo o que o time passou até aqui. Não foi milagre, foi merecimento, foi suor, confiança, fé... E lá ia o Atlético de novo conseguindo a quantidade mínima de gols. Antes disso, o Olimpia ficou com um jogador a menos. Acha que isso deixou o jogo mais fácil para o Galo? Não.
Prorrogação, cara. Imagina o coração dos atleticanos... Só pare pra imaginar a agonia, a emoção mais do que a flor da pele. Só quem viveu um momento assim ou parecido consegue ter uma pequena noção de como é. E nos 30 minutos ainda teve bola na trave, chance boa do Alecsandro, Bernard com câimbras que doeram em mim (imagina nos altleticanos...).
E o Galo, que não é bobo nem nada. Deixou o melhor para o fim, quando não tinha mais para onde correr eles decidiram. Empate no placar agregado, zero a zero na prorrogação. Só restavam os pênaltis. E assim foi, acho que já estava escrito em algum lugar que seria assim. Emoção até o torcedor não aguentar mais, uma partida para ficar na história e nos corações de cada um. Uma campanha para se lembrar eternamente, coroada pelo título quando não tinha mais para onde correr.
Miranda, VICTOR! Alecsandro, gol! Ferreyra, gol. Guilherme, gol! Candía, gol. Jô, gol! Aranda, gol. Léo Silva, GOL! Giménez, TRAVE!!! GALO CAMPEÃO! Título inédito, emoção inédita aos atleticanos. 24/07/2013 e madrugada de 25/07/2013 datas para ficarem guardadas, uma campanha para se guardar sempre na memória e no coração. E tudo isso por que? Porque não foi milagre, foi Atlético Mineiro!

(não lembro de onde peguei a foto, mas provavelmente foi Lancenet)


Parabéns aos amigos e leitores atleticanos que sempre são uns fofos com a gente, ficamos felizes por vocês, de verdade. Comemorem muito esse momento mais do que especial!




Copa do Brasil – Jogo de volta
Crac 0x2 Santos
 (Por Vanessa Moura)


(Imagem: Globo Esporte)

  
Copa do Brasil e um momento realmente decisivo para o Santos. Na sua frente, o Peixe tinha dois caminhos: Copa do Brasil e Copa Sul-Americana. Uma vitória ou empate acima de 2x2 classificaria para a próxima fase da Copa do Brasil. Caso perdesse e fosse eliminado (pelo Crac) garantiria a vaga na Sul-Americana. Bom, o objetivo maior era a vaga na Libertadores e as duas competições levariam a isso, caso fossem conquistadas. A competição continental ainda apresentava um detalhe: o mesmo objetivo e um caminho mais “fácil”. Tentador não é? Priorizar a Copa do Brasil ou Sul-Americana? (Não preciso nem comentar que, como santista, o meu apoio o Santos teria e terá qualquer que fosse o futuro).
Ouvi falar que o Santos poderia entregar o jogo visando justamente disputar a Sul-Americana, que o time desfalcado e poupado iria perder para o Crac, que os meninos não dariam conta. Muito se enganou quem pensou isso... Com os meninos da Vila é assim, missão dada é missão cumprida!
Em campo vimos meninos com vontade de jogar, com garra e determinação. Apesar da pouca idade, vimos também meninos centrados e concentrados no que foram fazer. A meta era classificar para as oitavas de final? Meta atingida com sucesso!
Antes dos 10 minutos, Gustavo Henrique abriu o placar após cobrança de falta por Galhardo. O Crac até tentou reagir, criou boas e claras chances de gol, mas não conseguiu. Léo Cittadini (nosso Kaká) entrou no segundo tempo e aos 29 minutos, após Willian José deitar e rolar na zaga do Crac, ampliou de cabeça o que era bom. Poderia ter sido mais, mas fico satisfeita com o resultado (e acho que a nação santista também). Ver esses meninos jogando assim dá gosto! Já disse aqui e repito: esses meninos vão dar trabalho pra muita gente que desacreditou!
Bom, Santos classificado para as oitavas de final da Copa do Brasil. Fácil? Provavelmente não vai ser. Mas vamos lá, um passo de cada vez, pés no chão, melhorando a cada partida e indo contra tudo e contra todos (como sempre foi e é). Aos que desacreditaram lá quando o Neymar saiu do Santos, aquele abraço e se segura que o Peixe tá chegando!


Brasileirão (Jogo adiantado da 12ª rodada):

São Paulo 0x1 Internacional


Copa do Brasil (Outros resultados):

Atlético-PR 2x1 Paysandu
Nacional-AM 1x0 Ponte Preta
Figueirense (4) 1x0 (5) Botafogo

Atlético-PR, Nacional-AM e Botafogo classificados para as oitavas. O Santos também se classificou como você leu ali em cima (;



Bom, por hoje é só! Um abraço e um beijo em você que eu até o final e peço desculpa se teve algum erro, mas dá um desconto aí. São quase duas da manhã e eu mereço dormir também né? (ufa) Até a próxima!




quinta-feira, 4 de julho de 2013

A derrota do Galo na visão de uma atleticana..

Newell’s Old Boys 2x0 Atlético Mineiro
(por Gabriela Spinola)



Não gosto de derrotas.
A grande verdade é que ninguém gosta, claro, isso é uma das leis básicas da vida. Mas a derrota que o Atlético Mineiro sofreu ontem foi particularmente desgostosa - e isso, levando-se em conta que foi esse o time que me ensinou a aceitar que a vida é basicamente feita de derrotas.
Pra começar, cheguei atrasada. Sentei-me em frente à televisão quando a partida já mostrava quinze minutos de duração, mas ao meu ver eles ainda poderiam estar no aquecimento. A primeira frase que meu cérebro formulou foi "mas que raios é isso?" (ou algo bem menos elogioso), porque, verdade seja dita, o Alvinegro parecia mais estar enfeitando o campo que lutando para conquistá-lo. Concluí que, se não fôssemos ganhar, pelo menos não iríamos perder... Errei.
As atuações foram tão inibidas, quase envergonhadas e entediadas, que me fizeram questionar em voz alta (e mais de uma vez) o que foi que o resto do time ficou fazendo da vida enquanto Bernard e Jô figuraram na Copa das Confederações. O Galo ia, rapidamente, perdendo espaço e deixando - isso mesmo, deixando! - que o Newell's Old Boys (eita nominho difícil) avançasse sem dó. Algumas defesas de Vitor, atualmente quase um ninja, não foram o suficiente para impedir que o time brasileiro tomasse dois gols (que me doeram como tapas na cara) e tivesse o seu gol anulado por um impedimento que surgiu do Tártaro.
A inércia da equipe como um todo, no entanto, não desvaloriza o esforço concreto de alguns. Luan, por exemplo, tomou um cartão amarelo e temi que fosse dar algum barraco de novo, mas mostrou-se prestativo e esforçado, um reflexo do desespero e medo de serem desclassificados que pairava sobre a equipe e toda a torcida. Bernard estava, quase sempre, na hora certa e no lugar certo, mas parecia ter incorporado o espírito de uma pipoca , quando as coisas esquentavam, ele pulava (não mais que o Richarlysson, mas enfim). Ronaldinho não fez nada demais, mas vejo nele o mesmo desejo de toda a equipe e torcida: o título, a todo custo, após 42 anos de "seca".
Enfim, só nos resta aguardar a próxima quarta-feira, para confirmar se continuarão na luta pela Taça Libertadores, ou não.

Copa do Brasil, final da Recopa e Galo na Liberta.

Copa do Brasil, final da Recopa e Galo na Liberta.
(Por Vanessa Moura)

Tudo isso rolando e você me diz “mas Vanessa, você foi assistir logo a Copa do Brasil?”. Sim, querido leitor, assisti a Copa do Brasil! Nada contra, óbvio, mas eu não tenho tv por assinatura e tive que me virar com o que passou na tv aberta mesmo (gente pobre é outra coisa).

Botafogo x Figueirense

(Imagem:Lancenet)

Times voltando da parada da Copa das Confederações, aquela coisa toda né? Então, foi bem assim mesmo. Todo mundo querendo mostrar trabalho, mostrar a que veio (apesar de não ter acontecido isso e o jogo poderia ter sido bem melhor). O Botafogo veio “renovado”, com essa parada o time carioca perdeu alguns nomes importantes do elenco. O Figueirense, por sua vez, queria ir pra cima do Fogão como fez em 2007 e estragar a alegria dos cariocas. Lembrando que esse jogo valia pela ida na Copa do Brasil, ou seja, o resultado era importante sim! De acordo com ele, os times poderiam encaminhar bem seu futuro na competição.
O Botafogo estava em casa, apesar da torcida não marcar tanta presença (apenas 754 pagantes), e o anfitrião fez as honras da casa. Os cariocas foram pra cima do Figueira e quase abriram o placar logo aos 7 do primeiro tempo. Apesar do assanhamento (ui!) do Fogão, o Figueirense também mostrou que não estava morto e que queria comemorar em terras cariocas.
O menino Vitinho, do Botafogo, apareceu (pelo menos nesse lance aa partida), mandou bola na trave e tudo. Pelo lado catarinense, Wellington Saci (oi?) também se animou e queria mexer no marcador, mas o goleirão Jefferson não deixou e fez uma ótima defesa. Aos 28 minutos, o momento de maior emoção do primeiro tempo e o mais esperado do jogo inteiro. Sim, o gol! Rafael Marques aproveitou o escanteio e mandou de cabeça para o fundo do gol do Figueirense. No finalzinho do primeiro tempo, Seedorf quase fez um golaço-aço-aço (sim, seria um gol maravilhoso mesmo. Não é exagero). Ele tentou encobrir o goleiro e mandou a bola na trave (um pecado não ter entrado). 1x0 para o time carioca e fim da primeira etapa.
No início do segundo tempo o Figueirense tentou uma reação. Afinal de contas, era ele que precisava correr atrás do prejuízo. Eles até tentaram, foram pra cima, mas nada. Os catarinenses até chegaram a balançar a rede aos 18 minutos da segunda etapa, mas o gol foi impedido (pelo menos de acordo com o bandeira).
Pausa para comentar sobre o Seedorf. Ô homem forte hein? Só é parado na base da falta e não cai por qualquer coisa. Bacana de se ver! E o Bolívar hein? Sou a única que não consegue ver ele e deixar de cantar “Bolívar, Bolívar general!” ♫ (Ok, desconsiderem esse comentário). A coisa estava feia na partida. Até o juizão Ceretta de Lima pediu água nos olhos para aguentar (mentira, ele sentiu alguma coisa. Mas não poderia deixar passar batido).
Aí amigos, foi lá e cá. O Figueirense perdeu uma bela chance na cara do Jefferson, ou o Jeferson foi muito bem e pegou, enfim. E o Botafogo também foi lá e perdeu o dele. Seedorf também aprontou uma dessas, fez uma jogada linda e na hora do “vamos ver” finalizou muito mal (e fingiu arrumar a chuteira depois, só pra disfarçar. Estamos de olho!). Rafael Costa também perdeu uma chance inacreditável, cara a cara com o Jeferson.
É amigos, não foi fácil. O jogo foi ruim, mas o Botafogo saiu com a vitória simples. Menos mal para os cariocas. E aos catarinenses só resta correr atrás do prejuízo em casa.

Placar final: Botafogo 1x0 Figueirense.

Ainda pela Copa do Brasil tivemos Goiás 3x0 ABC.


Final da Recopa

O Corinthians (da Amandita) saiu na frente pela disputa do título da Recopa. O time da Amanda ganhou do São Paulo por 2x1, no Morumbi. (Comemora, Amandita!)


Galo na Libertadores

O Galo perdeu do Newell’s Old Boys (nomezinho difícil hein?) lá na Argentina por 2x0 e agora vai precisar vencer por 3 gols de diferença para carimbar o passaporte para a final. Difícil? Sim, mas não impossível.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

29/05 - Quarta de Futebol: Libertadores (Olimpia x Fluminense) e Brasileirão

Olimpia x Fluminense
(por Vanessa Moura)

(Fonte da imagem: Lancenet)

Quarta feira é dia de futebol e hoje (ontem) tivemos jogos em dois campeonatos: nosso bom e velho Brasileirão e a querida Libertadoooores, Libertadoooores ♫ (pode cantar gente! Haha).
Ok, passado o momento musical do post, vamos ao que realmente interessa: futebol!
A tarefa do Fluminense era relativamente simples, ganhando por 1x0 obrigaria os paraguaios a vencer, a partir daí qualquer empate classificaria o tricolor. O Fluminense começou indo pra cima e mostrando que iria em busca da classificação e foi isso que aconteceu até mais ou menos a metade do primeiro tempo. O Flu dominava o jogo e as chances, tinha a partida sob controle, só faltava finalizar mais e chegar ao gol. A torcida tricolor soltou o grito de comemoração logo aos 9 minutos num lance bem bonito de Rhayner. Mas quem disse que os paraguaios estavam acomodados com a situação? O Olimpia também mostrou o motivo pelo qual estava em campo e reagiu (e como reagiu). Aos poucos os paraguaios foram chegando, chegando, chegando e aos 35 minutos o gol saiu.Em cobrança de escanteio, o atacante Salgueiro mandou direto no gol e Cavalieri aceitou. Caixa! Tudo empatado no Defensores del Chaco. Lembram que eu disse que o Olimpia reagiu? Então, 5 minutos depois, aos 40 minutos do primeiro tempo, Salgueiro marcou de  novo, dessa vez de pênalti, e virou o placar para o time paraguaio. O que parecia simples começou a complicar para o Flu.
~Uma pausa pra comentar uma coisa totalmente desnecessária. Vocês já perceberam que os narradores zicam os coitados dos jogadores? Por exemplo, “lá vem o fulaninho na cobrança de falta. Ele é perigoso, ele é bom daí e não sei o que lá...” e quando o pobre vai cobrar a falta faz uma coisa totalmente diferente, só pra sacanear o narrador. Ou vai ver que o narrador zica o jogador, não tenho uma tese formada ainda sobre isso. Claro que as vezes o jogador vai lá e faz a coisa certa, mas na maioria das vezes é de doer! Haha~
Olimpia ganhando e com a classificação nas mãos. Qual a proposta do segundo tempo? Segurar o resultado, claro. O Fluminense tinha que ir pra cima se quisesse a classificação e os paraguaios fortaleciam a marcação pra segurar ela, o time inteiro ficava na defesa. Começou a bater aquele velho desespero. 25 minutos e o placar continuava o mesmo, o Flu dominava a segunda etapa, mas não encontrava o golzinho salvador. Para aumentar o desespero, os paraguaios conseguiam chegar com perigo.
O tempo passava, o tricolor das Laranjeiras pressionava, a torcida paraguaia cantava. E o quadro estava ficando desesperador. Aquela coisa do tipo “um gol, só um golzinho!”. (Simpatizo com o Fluminense então também torci para que esse golzinho saísse o mais rápido possível). Desesperador define o fim do jogo no Paraguai. Apesar de tentar, o Flu não conseguiu o gol, o jogo terminou em 2x1 e a classificação ficou com o Olimpia mesmo.
Amanhã/Hoje (30/05) tem jogo do último brasileiro que resiste na Libertadores: Atlético-MG. E se tudo der certo, tem post de novo! (;

Brasileirão – Resultados da noite
São Paulo 5x1 Vasco (WOW!)
Botafogo 2x1 Santos (não foi dessa vez, meu Peixe)
Atlético-PR 2x2 Cruzeiro (com gol do Dedé)
Bahia 0x0 Coxa
Náutico 0x3 Vitória
Flamengo 0x2 Ponte Preta
Goiás 1x1 Corinthians (empate, Amandita)

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Quinta de Libertadores


Fluminense x Caracas
(por Vanessa Moura)


Créditos da foto: Uol esporte


O Fluminense enfrentou o Caracas nessa noite de quinta (18/04) em busca da classificação para as oitavas de final da Copa Libertadores. Um empate já classificaria o Tricolor, ao Caracas restava correr atrás de uma vitória.
De destaque na primeira etapa tivemos a torcida do Caracas, que estava lindíssima, com várias faixas, e a torcida do Flu que também se mostrou presente, cantou e incentivou o time.
(Pausa pra comentar algo que me peguei pensando durante o primeiro tempo. Ao ver as duas torcidas, pensei em mim e naquela galera toda lá no estádio. Temos uma coisa em comum: o amor por um clube de futebol. Um clube que pra gente é bem mais do que um simples clube, é o clube do nosso coração. Aquele que nosso coração bate mais forte ao ver em campo. É o clube que a gente dedica tanto amor, sorrisos, lágrimas, gritos. É um amor incomparável, só quem sente sabe do que eu tô falando. Depois desses pensamentos todos, voltemos ao jogo)
Bom, o primeiro tempo foi meio zzzz. Não sei se foi porque eu divaguei nos pensamentos acima, mas tive essa impressão do jogo. Até achei o Fluminense um pouco melhor, mas enfim. Chances de gol para o time brasileiro que é bom, só tivemos umas 5 que no fim das contas nem deram em nada.
Logo no começo do segundo tempo o Caracas deu uma assustada no Tricolor, chegou bem e quase abriu o marcador. E, não se enganem, o Caracas foi pra cima! O Fluminense bobeou no começo da segunda etapa e o time venezuelano aproveitou, teve bola na meta do Cavaliere e tudo. Apesar dessa pressão básica que o Caracas deu no Flu, aos 9 minutos Rafael Sóbis aproveitou a primeira chance que teve e não brincou. Gol do Tricolor! (E novamente a torcida do time carioca fez festa e me deixou encantada).
Com esse resultado, os venezuelanos precisavam ir pra cima. Dois gols eram necessários para que o time do Caracas se classificasse. E eles até tentaram, mas quem levou mais perigo foi o Fluminense. Os venezuelanos tentaram reagir e quase conseguiram. E ficou nesse lá e cá.
Aos 45 do segundo tempo o Flu quase ampliou o placar, num chute lindo de Samuel. A essa altura a classificação do Caracas já era impossível, eram necessários dois gols e o Fluminense era quem mais chegava com perigo ao ataque.
~Enquanto isso o Grêmio sacramentou a classificação, em um jogo realizado no mesmo horário . Todos os brasileiros se classificaram~
E nos minutos finais a torcida carioca deu show, comemorando a classificação. Uma festa linda, Fluminense líder do grupo e garantido nas oitavas de final da Libertadores.
Na próxima fase teremos Fluminense x Emelec.


 Resultado final: Fluminense  1x0  Caracas

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