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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Quarta de muitas emoções: Galo na final, final da Recopa e Copa do Brasil

Final da Libertadores: Olímpia 2x0 Galo
(por Vanessa Moura)

Agora, mais do que nunca, o Galo vai precisar de sua torcida
(Imagem: UOL Esporte)

Já gostaria de começar o post com uma reclamação (sim, o Donas do Jogo também é local de protesto). Na noite de quarta (vulgo ontem) tivemos nada mais nada menos do que oito jogos, entre o primeiro jogo da final da Libertadores, a final da Recopa e a Copa do Brasil. É mole? Oito jogos! E amanhã, sabe quantos jogos teremos? Um! Fico revoltada com uma coisa dessas, por que não dividir os jogos de uma forma menos louca? Dos oito jogos só conseguiria ver dois e ainda na correria. Me ajuda aí, né?
Bom, na loucura desses oito jogos optei por ver o primeiro jogo da final da Libertadores (claro). A caminhada do Galo até aqui na Liberta, segundo o nosso fã e atleticano apaixonado, Marlon Willian (Oi Marlon, obrigada pelo carinho e a participação de sempre, viu?), pode ser definida na seguinte frase de Marco de Vargas, narrador da Fox Sports (merchan): ''Não é milagre, é Atlético Mineiro''. Nessa quarta, o Galo foi ao Paraguai enfrentar o Olímpia. O momento decisivo havia chegado! Os primeiros 90 minutos da grande decisão. Imagino o coração dos atleticanos nesse momento e lembro de 2011. Ah, esse clima de final de Libertadores. A emoção é tamanha que se torna impossível descrever. Só quem já viveu isso sabe como é.
Vamos ao jogo então. O Atlético começou bem o jogo, o time se mantinha calmo, na medida do possível e aos 6 minutos, Tardelli já abriu o placar, mas foi marcado o impedimento no lance (imagino a agonia nessa hora). Eu até cheguei a achar que seria uma parada fácil para o Galo. Mas pera aí: fácil e Libertadores em uma mesma frase? Tem alguma coisa muito errada aí. Libertadores é Libertadores, né? Sangue, confusão, hostilidade, catimba, objetos lançados nos adversários, laser, nervosismo, ansiedade. Tem que ter tudo isso pra ser Libertadores! E dessa vez não foi diferente.
Aos 22 minutos do primeiro tempo, Alejandro Silva (um ser um tanto quanto estranho) abriu o placar numa jogadaça e numa pane da marcação do Galo. O Defensores del Chaco veio abaixo depois da marcação do gol, normal. Depois disso quase o Galo levou mais um. Depois do gol, o Atlético ficou nervoso (claro, quem não ficaria? Vai lá estar disputando a final do principal campeonato que o time disputa e mais, estar a dois “passos” de entrar na história do clube e me conta se não é pra ficar nervoso). Aos 36, a massa atleticana tirou o gol de Salgueiro (jogador do Olímpia) com os olhos e com o coração. Victor já estava batido e a bola passou caprichosamente pertinho do gol. Se eu fiquei nervosa, imagina os atleticanos (e o Marlon)? A história se complicava para o Galo, mas eu conseguia compreender. Jogar na casa do adversário nunca é fácil e 1x0 era um resultado simples, daria pra empatar e até reverter se jogassem com calma no segundo tempo.
A segunda etapa veio e com ela o nervosismo cresceu. Aos 4 minutos, Tardelli (sempre ele) quase empatou e depois o que aconteceu? Sim, o Olímpia chegou com perigo também. O jogo estava lá e cá e “haja coração”! A partida seguia tensa, o Galo tentava reagir e empatar, mas não conseguia. Não sei se aconteceu com todo mundo que viu o jogo (ou se eu realmente já estava torcendo pelo Galo), mas eu fiquei bem nervosa com o segundo tempo (e sim, sou santista. E não, não tenho nada contra o Galo, até simpatizo bastante por causa do Marlon). Aos 33, quase o Atlético empatou com Jô, mas parou nas mãos do Superman (oi?). O Victor também deu uma salvada em um lance (que eu tentei em vão encontrar no lance a lance). Aos 38, Victor saiu, não achou nada e com a meta aberta, Bareiro chutou pertinho do gol. Mais um lance que a torcida atleticana tirou com os olhos, gritos, cabelos, unhas e coração. Foi por pouco, mais uma vez. Richarlyson ainda foi expulso no fim, o que deu mais ar de drama à partida. E o que já estava dramático conseguiu ficar mais tenso ainda, aos 48 minutos. Gol do Olímpia. Mais um. Olímpia 2x0 Galo.
O que mais me chamou atenção nesse jogo foi o desânimo até mesmo do narrador ao fim do jogo, o mesmo falou muito em “a festa é toda paraguaia”. Sim, realmente hoje a festa foi paraguaia, mas não tem o segundo jogo ainda? Calma gente, que isso. Ainda tem 90 minutos pela frente, o Galo joga em casa. Nada está totalmente perdido. Use a , torcedor atleticano! A fé nesses 90 minutos restantes vai ser imprescindível. O futebol é cheio de surpresas e nada está acabado ainda.
Dia 24 é que é a hora da decisão!

 Outros resultados da noite:

Final da Recopa

(Imagem: UOL Esporte)

Corinthians 2x0 São Paulo – Corinthians campeão da Recopa. COMEMORA AMANDITA!
Copa do Brasil
Atlético-GO 0x1 Cruzeiro
Paysandu 0x0 Atlético-PR
Criciúma 1x1 Salgueiro
ABC 1x1 Goiás
América-MG 1x1 Internacional
Flamengo 2x1 ASA

Com esses resultados Inter, Flamengo, Goiás, Cruzeiro e Salgueiro já carimbaram o passaporte para a próxima fase da Copa do Brasil.


Bom, e é isso. Essa foi a quarta movimentada e seus resultados. Espero que não tenha nenhum erro, se tiver vocês vão desculpando. Até a próxima!


quinta-feira, 4 de julho de 2013

Copa do Brasil, final da Recopa e Galo na Liberta.

Copa do Brasil, final da Recopa e Galo na Liberta.
(Por Vanessa Moura)

Tudo isso rolando e você me diz “mas Vanessa, você foi assistir logo a Copa do Brasil?”. Sim, querido leitor, assisti a Copa do Brasil! Nada contra, óbvio, mas eu não tenho tv por assinatura e tive que me virar com o que passou na tv aberta mesmo (gente pobre é outra coisa).

Botafogo x Figueirense

(Imagem:Lancenet)

Times voltando da parada da Copa das Confederações, aquela coisa toda né? Então, foi bem assim mesmo. Todo mundo querendo mostrar trabalho, mostrar a que veio (apesar de não ter acontecido isso e o jogo poderia ter sido bem melhor). O Botafogo veio “renovado”, com essa parada o time carioca perdeu alguns nomes importantes do elenco. O Figueirense, por sua vez, queria ir pra cima do Fogão como fez em 2007 e estragar a alegria dos cariocas. Lembrando que esse jogo valia pela ida na Copa do Brasil, ou seja, o resultado era importante sim! De acordo com ele, os times poderiam encaminhar bem seu futuro na competição.
O Botafogo estava em casa, apesar da torcida não marcar tanta presença (apenas 754 pagantes), e o anfitrião fez as honras da casa. Os cariocas foram pra cima do Figueira e quase abriram o placar logo aos 7 do primeiro tempo. Apesar do assanhamento (ui!) do Fogão, o Figueirense também mostrou que não estava morto e que queria comemorar em terras cariocas.
O menino Vitinho, do Botafogo, apareceu (pelo menos nesse lance aa partida), mandou bola na trave e tudo. Pelo lado catarinense, Wellington Saci (oi?) também se animou e queria mexer no marcador, mas o goleirão Jefferson não deixou e fez uma ótima defesa. Aos 28 minutos, o momento de maior emoção do primeiro tempo e o mais esperado do jogo inteiro. Sim, o gol! Rafael Marques aproveitou o escanteio e mandou de cabeça para o fundo do gol do Figueirense. No finalzinho do primeiro tempo, Seedorf quase fez um golaço-aço-aço (sim, seria um gol maravilhoso mesmo. Não é exagero). Ele tentou encobrir o goleiro e mandou a bola na trave (um pecado não ter entrado). 1x0 para o time carioca e fim da primeira etapa.
No início do segundo tempo o Figueirense tentou uma reação. Afinal de contas, era ele que precisava correr atrás do prejuízo. Eles até tentaram, foram pra cima, mas nada. Os catarinenses até chegaram a balançar a rede aos 18 minutos da segunda etapa, mas o gol foi impedido (pelo menos de acordo com o bandeira).
Pausa para comentar sobre o Seedorf. Ô homem forte hein? Só é parado na base da falta e não cai por qualquer coisa. Bacana de se ver! E o Bolívar hein? Sou a única que não consegue ver ele e deixar de cantar “Bolívar, Bolívar general!” ♫ (Ok, desconsiderem esse comentário). A coisa estava feia na partida. Até o juizão Ceretta de Lima pediu água nos olhos para aguentar (mentira, ele sentiu alguma coisa. Mas não poderia deixar passar batido).
Aí amigos, foi lá e cá. O Figueirense perdeu uma bela chance na cara do Jefferson, ou o Jeferson foi muito bem e pegou, enfim. E o Botafogo também foi lá e perdeu o dele. Seedorf também aprontou uma dessas, fez uma jogada linda e na hora do “vamos ver” finalizou muito mal (e fingiu arrumar a chuteira depois, só pra disfarçar. Estamos de olho!). Rafael Costa também perdeu uma chance inacreditável, cara a cara com o Jeferson.
É amigos, não foi fácil. O jogo foi ruim, mas o Botafogo saiu com a vitória simples. Menos mal para os cariocas. E aos catarinenses só resta correr atrás do prejuízo em casa.

Placar final: Botafogo 1x0 Figueirense.

Ainda pela Copa do Brasil tivemos Goiás 3x0 ABC.


Final da Recopa

O Corinthians (da Amandita) saiu na frente pela disputa do título da Recopa. O time da Amanda ganhou do São Paulo por 2x1, no Morumbi. (Comemora, Amandita!)


Galo na Libertadores

O Galo perdeu do Newell’s Old Boys (nomezinho difícil hein?) lá na Argentina por 2x0 e agora vai precisar vencer por 3 gols de diferença para carimbar o passaporte para a final. Difícil? Sim, mas não impossível.

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