- Fluminense perdeu pro Coritiba no
Couto Pereira por 2 x 1.
- Goiás ganhou do São Paulo por 1 x
0 no Morumbi.
Situação pré-jogo:
Goiás no fim e Fluminense no meio da
tabela. Flu cheio de desfalques.
O jogo:
Válido pela 5ª rodada do Campeonato
Brasileiro, o jogo em Macaé teve dois tempos bem diferentes: O primeiro tempo
foi muuuito ruim, com os dois times jogando mal, perdendo as poucas
chances que conseguiam e não finalizando os lances. O Fluminense estava
'melhor' que o Goiás, mas isso não significa que ele estava jogando bem (muito
pelo contrário). No final do primeiro tempo, o
jogador Rhayner, do Flu, recebeu cartão vermelho e foi expulso do jogo por
falta fortíssima no goleiro Renan. A situação para o tricolor
parecia ter piorado bastante, pois o time já começou o segundo tempo com um
jogador a menos e a partida estava ficando mais movimentada. Aos 25 minutos,
teve gol do Goiás (de Vítor, com muita categoria rsrs). Mas não pense que parou
por aí! O Fluzão, mesmo com um homem a menos, conseguiu se recuperar: aos 37
minutos, Rafael Sóbis marcou um bonito gol de empate e, aos 41 minutos, foi a
vez do gol da virada e da raça do Flu feito por Denílson. (Aqui é
Corinthians!!! - Não, pera....)
Resultado: Fluminense foi para o 4º
lugar na classificação com 9 pontos e o Goiás está no 15º lugar com 5 pontos.
As substituições:
Intervalo
- Goiás: Dudu Cearense entra, Rodrigo sai.
Intervalo
- Fluminense: Denílson entra, Biro Biro sai.
Situação
no Serra Dourada: o Goiás (sim, o Goiás na série a do Brasileirão!), no
final da tabela em começo de campeonato, precisava muito da vitória. O
Coritiba, na parte de cima da tabela, também queria conquistar a vitória para
continuar tranquilo por lá.
Antes de iniciar o jogo não tivemos
o Hino Nacional por causa de um problema no som do estádio. (Que coisa, hein!)
O jogo:
No primeiro tempo o time da casa
começou bem a partida, precisava de um bom resultado e parecia bastante
determinado a conseguir, mas pecou nas finalizações e perdeu muitas algumas chances de
gol. O Coxa, aos poucos, foi ganhando espaço no jogo. Aos 32 minutos, o time
visitante mostrou sua competência com Deivid abrindo o placar. Após o gol, o
Coritiba dominou a partida, mas o Goiás continuava tentando atacar (e
continuava perdendo chances também...).
O segundo tempo mostrou um Goiás que
não desiste, o time lutava e se esforçava para conquistar o empate (e ainda continuava
perdendo chances). Já o Coxa não aparecia tanto como no primeiro tempo e
não criava boas jogadas. Aos 30 minutos, Hugo deixou tudo igual para a
felicidade dos sofredores torcedores do Goiás. Os minutos finais foram
marcados pela emoção, o Coxa tentou pressionar mais para conseguir a vitória e
o Goiás não fez diferente. Mas com boas defesas e alguns gols perdidos, o
resultado ficou no empate simples e frustrante mesmo.
As substituições:
13
minutos (1º tempo) - Coritiba: Patric entra, Denis sai.
Intervalo
- Goiás: Renan Oliveira entra, Juliano sai.
Logo de
cara vale falar da festa da torcida do Galo, que festa linda! Máscaras de
morte, Independência lotado, mosaico, fogos de artifício, torcida
empolgadíssima. Um espetáculo à parte. Lindo de se ver! Daquelas cenas que faz
você ficar de boca aberta e ainda mais apaixonada por futebol (Que saudade
desse clima, de 2011, do meu Santos tricampeão da Liberta *-*).
Vale
lembrar também que o time mineiro era o último brasileiro disputando a
Libertadores (caso o Fluminense tivesse passado, foi eliminado na noite
anterior, poderia ser o adversário do Galo na semifinal da competição). Só
restava o Galo representando o futebol brasileiro na competição continental e a
história era aquela: o jogo da vida!
Apesar de
toda a festa da torcida, o Tijuana mal esperou o juiz apitar o início do jogo e
já foi pra cima, chegando com muito perigo
~Pausa
pra comentar que a narração do jogo no Sportv foi feita pelo Milton Leite, já
viu né? Aquela narração..~
Aos 14
minutos o Tijuana balançou a rede do Atlético, mas o impedimento foi marcado corretamente.
Tudo continuava igual em Minas. O jogo ficou naquele rolo, o Tijuana ia pra
cima, o Galo tentava ir também. Numa dessas, aos 25 minutos, em um ótimo
contra-ataque o time mexicano conseguiu abrir o placar com Riascos no caninho
do gol do Victor. A partir daí o Galo tinha que ir pra cima, mais ainda, em
busca do gol já que quem vencesse a partida ficaria com a classificação.
O
Atlético se mostrava nervoso. Precisou de muita paciência para prosseguir e
conseguir buscar o empate, não estava fácil passar do Tijuana. E com calma, aos
40 minutos do primeiro tempo, em cobrança de falta por Ronaldinho Gaúcho, Réver
empatou e a classificação voltou às mãos do Galo. Depois do gol, o Galo ficou
um pouco mais calmo e conseguiu conectar mais passes e chegar com mais
efetividade, mas o primeiro tempo ficou por isso. Empate simples e
classificação do Atlético.
O segundo
tempo começou com promessa de que o clima iria esquentar. A proposta do Galo na
segunda etapa era virar o placar e garantir sem sustos a classificação. Quem
disse que o Tijuana ia ficar só olhando? O time mexicano também ia pra cima
quando tinha oportunidade.
Aos 24 do
segundo tempo, Victor salvou o Atlético que respondeu logo em seguida. Com o
passar dos minutos o Galo foi diminuindo o ritmo, os mexicanos cresciam na
partida e a coisa começou a ficar bem complicada. O empate simples classificava
o Atlético, mas era um resultado meio tenso já que um gol do Tijuana dava a
classificação para os mexicanos. Ou seja, jogo tenso até o final! Nos minutos finais
o Galo até se animou mais e quase virou, mas não conseguiu. Lembram que eu
disse que foi emoção até o final? Então, aos 46 minutos foi marcado um pênalti
para o Tijuana só pra matar os atleticanos do coração. Mas foi só pra dar
aquela animada no jogo, porque o Victor pegou a penalidade e garantiu a vaga do
Galo.
Sofrido e
desesperador, mas o Galo está na semifinal! Comemora massa atleticana e
admiradora do Galo.
Na
semifinal o Atlético, único brasileiro que restou na Libertadores, vai pegar o
time argentino Newell’s Old Boy. Vamos aguardar os próximos jogos!
Minhas considerações...
(Por Amanda Rezende)
O jogo dessa quinta no Independência,
partida de volta pelas quartas de final da Libertadores, foi realmente tenso do
começo ao fim, como a Vanessa já disse. Fora de casa, o Atlético Mineiro tinha
empatado por 2 a 2 e já estava com a vantagem (vantagem não muito grande, mas
já era alguma coisa...), mas a sua postura durante o jogo, principalmente no
primeiro tempo, foi de um time desesperado que precisava ganhar com gols de
diferença; óbvio que o nervosismo é normal, sendo o único time brasileiro vivo
no campeonato então... Mas tranquilidade era essencial naquele momento, fica a
lição pros próximos jogos.
A torcida merece todo o destaque
possível (nesse caso, minhas palavras e as da Vanessa haha), estava bem
animada e merecia a classificação do time! (Estava melhor ver as imagens da
torcida do que o próprio jogo, mas ok).
No primeiro tempo tivemos os dois
únicos gols da partida: aos 25 minutos, Duvier Riascos abriu o placar para o
Tijuana e aos 40 Réver deixou tudo igual. E claro que teve bola na trave, bola
pra fora, impedimento, etc.
No segundo tempo tivemos ~desespero~,
o galo com seu bom ataque no campeonato não estava atacando tanto quanto o
necessário, mas queria e precisava de mais um gol pra ficar tranquilo com o
resultado, o Tijuana é brasileiro e (não, pera...) também não desistiu nunca, continuou tentando
marcar o gol da vitória. A maior chance do time mexicano foi bem no finalzinho,
aos 46 minutos: o juíz marcou pênalti por falta em Aguilar. Para ~o bem de todos e felicidade geral da nação~, o goleiro
Victor defendeu e virou o herói dos atleticanos que não morreram com o susto.
Enfim, Atlético Mineiro classificado
e ainda representando o Brasil na Libertadores.
Quarta feira é dia de futebol e
hoje (ontem) tivemos jogos em dois campeonatos: nosso bom e velho Brasileirão e
a querida Libertadoooores, Libertadoooores ♫ (pode cantar gente! Haha).
Ok, passado o momento musical do
post, vamos ao que realmente interessa: futebol!
A tarefa do Fluminense era relativamente simples, ganhando por 1x0
obrigaria os paraguaios a vencer, a partir daí qualquer empate classificaria o
tricolor. O Fluminense começou indo pra cima e mostrando que iria em busca da classificação
e foi isso que aconteceu até mais ou menos a metade do primeiro tempo. O Flu
dominava o jogo e as chances, tinha a partida sob controle, só faltava
finalizar mais e chegar ao gol. A torcida tricolor soltou o grito de
comemoração logo aos 9 minutos num lance bem bonito de Rhayner. Mas quem disse
que os paraguaios estavam acomodados com a situação? O Olimpia também mostrou o
motivo pelo qual estava em campo e reagiu (e como reagiu). Aos poucos os
paraguaios foram chegando, chegando, chegando e aos 35 minutos o gol saiu.Em
cobrança de escanteio, o atacante Salgueiro mandou direto no gol e Cavalieri
aceitou. Caixa! Tudo empatado no Defensores del Chaco. Lembram que eu disse que
o Olimpia reagiu? Então, 5 minutos depois, aos 40 minutos do primeiro tempo,
Salgueiro marcou de novo, dessa vez de
pênalti, e virou o placar para o time paraguaio. O que parecia simples começou
a complicar para o Flu.
~Uma pausa pra comentar uma coisa
totalmente desnecessária. Vocês já perceberam que os narradores zicam os
coitados dos jogadores? Por exemplo, “lá vem o fulaninho na cobrança de falta.
Ele é perigoso, ele é bom daí e não sei o que lá...” e quando o pobre vai
cobrar a falta faz uma coisa totalmente diferente, só pra sacanear o narrador.
Ou vai ver que o narrador zica o jogador, não tenho uma tese formada ainda
sobre isso. Claro que as vezes o jogador vai lá e faz a coisa certa, mas na
maioria das vezes é de doer! Haha~
Olimpia ganhando e com a
classificação nas mãos. Qual a proposta do segundo tempo? Segurar o resultado,
claro. O Fluminense tinha que ir pra cima se quisesse a classificação e os
paraguaios fortaleciam a marcação pra segurar ela, o time inteiro ficava na
defesa. Começou a bater aquele velho desespero. 25 minutos e o placar
continuava o mesmo, o Flu dominava a segunda etapa, mas não encontrava o
golzinho salvador. Para aumentar o desespero, os paraguaios conseguiam chegar
com perigo.
O tempo passava, o tricolor das
Laranjeiras pressionava, a torcida paraguaia cantava. E o quadro estava ficando
desesperador. Aquela coisa do tipo “um gol, só um golzinho!”. (Simpatizo com o
Fluminense então também torci para que esse golzinho saísse o mais rápido
possível). Desesperador define o fim do jogo no Paraguai. Apesar de tentar, o Flu não conseguiu o gol, o jogo terminou em 2x1 e
a classificação ficou com o Olimpia mesmo.
Amanhã/Hoje (30/05) tem jogo do
último brasileiro que resiste na Libertadores: Atlético-MG. E se tudo der
certo, tem post de novo! (;
Brasileirão – Resultados da noite
São Paulo 5x1 Vasco (WOW!)
Botafogo 2x1 Santos (não foi dessa vez, meu Peixe)
Eu
poderia começar a escrever esse texto de mil formas diferentes, não sei se
vocês lembram, mas sou a santista do blog aí já viu né? Tenho um milhão de
coisas para falar do Neymar, tantas coisas boas e lindas eu vivi com a ajuda
desse moleque, tantas alegrias ele ajudou o Santos a nos proporcionar nesse
ciclo.
Daí
você pensa: “pelo amor de Deus, já encheu o saco essa história de despedida do
Neymar”. Sim, eu te entendo! Desde que ele despontou no cenário do futebol
brasileiro e mundial os rumores sobre a venda dele existem. O coitado nem aguentava
mais ter que responder que não existia nada do tipo e que ele ficaria no
Santos. Apesar de toda essa preparação psicológica, essa despedida me pegou de
jeito. Ou melhor, esse “até logo”.
Esse
menino que a gente (principalmente os santistas) viu crescer em tamanho e em
futebol. Ah, o futebol desse menino... Quantas alegrias seus dribles, passes de
letra, firulas, chapéus, carretilhas e tudo mais nos deram. E não só aos
santistas, os admiradores do futebol arte com certeza tem plena consciência que
esse é um craque que nasce de tempos em tempos, é um daqueles que ao nascer
Deus diz “vai e arrebenta mlk! Encanta o mundo com a tua habilidade, vai lá fazer
o povo mais feliz!”.
Esse
menino franzino e feinho conseguiu conquistar o coração de muita gente pelo
mundo. Em pouco tempo a febre “Neymarmania” tinha contagiado milhares de
meninos ao redor de todo o mundo. Meninos de moicano nas ruas, sonhando em jogar
como ele, em ser Neymar.
O “até
logo” foi dado no jogo de ontem entre Santos x Flamengo, com direito a lágrimas
do nosso menino no decorrer da execução do hino nacional, um jogo sem muita
empolgação para a nação santista (tanto pela circunstância quanto pelas
oportunidades do time na partida), uma estreia do estádio que será palco da
Copa das Confederações e Copa do Mundo 2014, um pôr do sol e um céu lindos.
O jogo
de “despedida” e os últimos momentos mais apagados não ofuscarão tudo o que
esse menino fez por nós. Libertadores 2011, Copa do Brasil 2010, Recopa
Sul-Americana 2012 e tri paulista (2010,2011 e 2012). E não só isso, Neymar nos
trouxe alegria, ousadia. A alegria que víamos em Robinho e Diego, a alegria de
menino da Vila. O que ele nos deu, não há dinheiro no mundo que pague. É mais
do que se possa imaginar...
Dói ver
um ídolo que se vai, mas sei que o Santos é maior. Tenho absoluta certeza
disso, agradeço demais tudo o que nosso menino fez pelo Santos e pelos
santisas, mas há que se achar forças para continuar. Outro menino franzino há
de surgir e nos fará relembrar as travessuras que só um menino da Vila é capaz
de fazer. Enquanto isso eu fico aqui, como sempre estive, ao lado do meu Santos
por mais difícil que a situação pareça estar (o que é fato, a vida não anda
simples pro Peixe e sem o Neymar agora deve complicar ainda mais). O que
importa é que esse amor vai além de jogador, é um amor maior que tudo!
Já falei
uma vida (a Amandita vai pensar “mds, não disse que ela ia escrever um
testamento? Haha), enfim. Vamos aos “finalmentes”.
Pra
finalizar fica a coisa mais linda e verdadeira que eu ouvi da boca de um jogador
nos últimos tempos: "A torcida do Santos é a única que torce de verdade por mim. Só tenho que
agradecer e dizer um até logo. Em breve, estarei de volta”. O que dizer de um
cara que diz isso? Apenas que a gente (santistas, em especial) te ama e que já
estamos com saudade de ti, neguinho! Vai brilhar e encantar o resto do mundo,
ainda mais.
Agora é
sério, pra finalizar fica uma frase linda que eu li agora: “Vamos nos ajoelhar e dizer 'Obrigado,
Senhor. Você colocou um craque de futebol para que o mundo possa aplaudir"
(Pedro Ernestro)
MUITO OBRIGADA POR TUDO NEYMAR!
P.S: Vocês, que
como eu, tiveram o orgulho de ver Neymar em campo, se orgulhem. Nós temos
muitas histórias lindas pra contar, histórias de vitória, de alegria, de amor!
P.S II: Agora chega
porque senão eu choro, ainda mais.
O Neymar está indo embora (que
novidade!) e os discursos são os mesmos, o que falar aqui então?
Não sou a pessoa mais indicada para
falar sobre ele, não sou santista, não sou fã e nem admiradora do seu trabalho.
(Nossa, mas como assim você não admira um craque desses????) Ok, tirando
as quedas ridículas e as gracinhas desnecessárias, ele realmente é um craque.
Um craque desses que a gente não respira e nem pisca até aquele lance genial
virar um gol maravilhoso, desses que o gol sempre é bonito (mesmo sendo contra
o seu time rsrs), desses que a gente quase
pode comparar com o Pelé, desses que vale a pena ir assistir num estádio
independente do time que estiver jogando.
Como eu acho tudo isso e não o
admiro? Muito simples, pra mim Neymar é um craque "isolado", não vejo
nele aquele "espírito de equipe", vejo uma vontade enorme de brilhar
(e brilha muito sim, sem dúvidas!), mas não é isso que eu admiro no futebol.
Futebol pra mim é time, é garra, é união e não um drible maravilhoso de um
craque. Muitos podem discordar (principalmente os santistas que devem -com
certeza- ver o jogador com olhos muito diferentes dos meus), mas essa é só
minha opinião e ela não vale nada mesmo haha.
Não sou fã do Neymar e também não
sou fã do Barcelona (Que louca, como você não gosta do Barcelona? Todo o
mundo ama esse time! Como você escreve em um blog de futebol e não gosta do
Barcelona? #revolts). Não sou fã desse futebol "bonito", como já
disse antes, gosto de garra e muita raça (sou corinthiana, né? #sofrimentomodeon),
mas lógico que quase babo assistindo um jogo, ou melhor, um espetáculo de algum
desses times internacionais famosos. Só não torço pro Barcelona e pra nenhum outro
time internacional, pronto. Mas o Barça até que tem uma equipe unida, que sabe
jogar junto, já tá bom.
Acredito que o Neymar está tendo a
oportunidade de adquirir o que falta para ser um ótimo jogador (quem sabe o
melhor do mundo? pode ser, por que não?) e melhorar bastante tecnicamente.
Agora é só esperar pra ver como essa experiência vai transformá-lo. Desejo, de
verdade, que ele dance muito no Barcelona (no bom sentido, claro!) e se puder
ser com músicas de mais qualidade eu agradeço haha.
(Fonte Imagem:
SemprePeixe)
Para finalizar gostaria de relembrar
aquela campanha ridícula: "Neymar, faz um filho em mim", ainda
bem que a pessoa que inventou isso tava só fazendo uma brincadeira (ou será
que não?) e a humanidade está salva. Acho que uma campanha mais adequada e
menos humilhante seria: "Neymar, me dê de presente 1/1000000000000000
do seu salário", afinal, com esse dinheiro eu já garantia meu sustento pro
resto da vida, né?
No
Majestoso, em Campinas, o jogo foi o que estamos acostumados a ver: um futebol
nada incrível, discussões e brigas fora e dentro de campo. Torcedores da Ponte
brigando entre si e jogadores dos dois times discutindo e -trocando carícias- foram
as cenas mostradas pela Globo.
Antes de realmente iniciar o post,
de falar como foi o jogo e fazer meus comentários importantíssimos (SQN!),
gostaria de mostrar minha indignação por essas brigas entre os torcedores (e entre
jogadores também, por que não?) que estão acontecendo cada vez com mais
frequência (deixando claro que não estou falando da Ponte Preta ou do São
Paulo, mas de todas as torcidas brasileiras). O nosso futebol, que já foi a
maior referência no mundo (agora não é, mas a gente continua fingindo que
ainda tem chance...), está se transformando em motivo de brigas e
discussões totalmente desnecessárias, acho que tem gente que já vai pro jogo
com sangue nos olhos, não é possível! Sei que futebol envolve muito sentimento
(sou torcedora fanática!), também não gosto de comentários maldosos sobre o meu
time, não gosto de provocações e ainda ofendo o time alheio (que péssimo
exemplo, hein? pois é), mas tento levar na esportiva e brincar com isso. Acho
até que provocações e brincadeiras -saudáveis- fazem parte de qualquer tipo de
competição, só que sem maldade e sem violência, é claro. O futebol, esporte tão
querido pelo nosso país, podia dar o bom exemplo... Exemplo de boa convivência,
mesmo com divergências de pensamento e independente de qualquer outra coisa. Posso
sonhar alto e desejar algo muito utópico, mas nunca vou desistir de querer
viver num lugar melhor... O que eu escrevo aqui é clichê e tema já discutido
por muitos, mas não posso deixar de dizer o que eu penso só porque todo mundo
pensa igual. Pronto, esse era meu desabafo (ou parte dele, pelo menos).
[Pausa para uma respirada]
Vamos ao jogo!
O primeiro tempo foi marcado pelos
gols. Aos 4 minutos, Rildo da Ponte Preta chutou para o gol e teve até grito,
mas #FAIL tava impedido. Aos 8 minutos, Lúcio marcou para o São Paulo. Depois disso
teve o de sempre: chances perdidas, bola pra fora...
23
minutos - São Paulo: Cartão amarelo - Edson Silva.
31
minutos - São Paulo: Cartão amarelo - Lúcio.
43
minutos - Ponte Preta: Cartão amarelo - Rildo.
Somente aos 44 minutos é que alguém
balançou a rede: Jádson fez gol de pênalti para o São Paulo.
O segundo tempo foi, assim como o
primeiro, um show de passes errados, faltas e cartões.
13
minutos - São Paulo: Cartão amarelo: Edson Silva. [EXPULSO]
16
minutos - São Paulo: Paulo Miranda entra, Silvinho sai.
19
minutos - Ponte Preta: Alemão entra, Baraka sai.
23
minutos - São Paulo: Aloísio entra, Luis Fabiano sai.
23
minutos - São Paulo: Wellington entra, Osvaldo sai.
24
minutos - Ponte Preta: Rodrigo Bira entra, Uendel sai.
28
minutos - Ponte Preta: Everton Santos entra, Rildo sai.
30
minutos - São Paulo: Cartão amarelo: Paulo Miranda.
36
minutos - São Paulo: Cartão amarelo: Wellington.
44
minutos - São Paulo: Cartão amarelo: Rodrigo Caio.
Além das já citadas discussões entre
os jogadores, também teve muuuita insatisfação com a arbitragem, que estava bem
questionável em alguns momentos. Os dois times não fizeram uma boa partida, mas
é só começo de campeonato, ainda vai ter muita emoção e muita coisa pra
acontecer! Espero assistir jogos melhores e, principalmente, sem violência
dentro e fora de campo nesse Brasileirão e em qualquer outro campeonato.
Placar final: Ponte
Preta 0 x 2 São Paulo.
Brigas no mundo do Futebol
(Por Vanessa Moura)
Hoje como
vocês já perceberam temos um post diferente, um jogo Ponte x SP e um tema
relacionado ao futebol: brigas por causa do bendito futebol (ideia da Amandita
*-*).
Como a
Amandita já falou, todo mundo sabe que o que mais existe é briga no ambiente do
futebol. Briga entre torcidas rivais, brigas entre a membros da própria
torcida, brigas entre torcida e PMs, PMs e torcida (entendam a diferença),
entre jogadores adversários, jogadores do próprio time. Enfim, já deu pra
perceber que o que não falta é briga nessa história.
Confesso
que ultimamente tenho me aproximado bem mais do universo das torcidas
organizadas (outro tema que dá um post bem bacana hein Amandita?) e o que eu
mais tenho percebido é a intolerância, principalmente da PM com os torcedores
organizados. Não tô dizendo que as T.O.s (torcidas organizadas) são santas,
pelo contrário, alguns que participam delas não perdem uma “boa briga”, mas
enfim, o que eu tenho percebido é o enorme despreparo da polícia no tratamento
com as organizadas. Um exemplo claro e bem atual é o que houve no domingo
passado, na final do Paulistão, do lado de fora da Vila uma quantidade enorme
de santistas estavam com uma bandeira do Corinthians (eles tomaram a bandeira e
estavam tremulando ela de cabeça pra baixo), mas estava tudo “na paz” afinal só
tinham santistas e eles estavam lá se divertindo com a brincadeira. Depois
disso, uma meia dúzia de policiais resolveram ir lá tomar a bandeira da mão dos
santistas. Sim, vocês leram bem, uma meia dúzia de PMs (mais ou menos isso) no
meio dos santistas tomando a bandeira do Corinthians. Tinha como dar certo uma
coisa dessa? Tava na cara que ia dar confusão! Dito e feito, o que seguiu foram
cenas de horror, os santistas se revoltaram e os polícias revidaram com tiros,
bombas e tudo o que tinha direito. Vi as imagens e fiquei com medo só de olhar.
E ao redor dessa confusão tinha famílias, crianças. Além disso, os policiais
ainda “invadiram as sedes das principais organizadas do Santos, jogando a
cavalaria contra a multidão e atirando descontroladamente ferindo pessoas que
não tinham nada a ver, sendo elas mulheres crianças e idosos” (palavras que
quem viveu a situação e viu tudo de perto). Daquelas coisas que não dá pra
entender...
Enfim,
não é a primeira vez que eu tenho notícia de situações como essa. Que a polícia
chega descendo a porrada sem querer saber de nada. Fico me perguntando que tipo
de treinamento é esse que eles recebem, deve ser algo do tipo “bate primeiro e
averigua os fatos depois”. Lamentável. Quem lê diz, mas essa menina não tem
noção do que é torcida organizada mesmo né? Bom, falo do que sei, do que amigos
me relatam. Posso não conhecer tanto quanto queria do mundo das organizadas,
mas isso que a PM faz não é nada humano.
Voltando
ao tema, as brigas entre torcedores de um mesmo time são algo que eu acho tão
estranho que prefiro nem comentar. Tenho uma página do Santos na internet e de
vez em quando algum santista vem tirar satisfação comigo sobre alguma coisa, na
maioria das vezes relacionadas ao próprio Santos (como se eu tivesse alguma
autoridade ou poder no clube, enfim), então pode-se dizer que eu tenho um pouco
de contato com esse tipo de agressões gratuitas. Acho totalmente desnecessário
e sem explicação essas confusões entre torcedores do mesmo time. Como a Amanda
falou, se for entre torcedores de times adversários ainda dá pra entender, mas
entre pessoas que se dizem torcedoras do mesmo time? Sempre tem isso, um que
não quer aceitar a opinião do outro e chega logo com violência, infelizmente.
Ao invés de se unir pra ajudar e apoiar o time preferem tumultuar no pior
sentido.
Brigas
entre jogadores “rivais” são apenas um espelho do que acontece fora das quatro
linhas, é o que eu acho. Assim como a gente, eles também são humanos, as vezes
se estressam e descem a mão. Não que seja correto, lógico, mas desde que não
seja uma coisa exagerada é até compreensível. E quando os jogadores do mesmo
time brigam entre si acho que já é problema, se for uma “briguinha” só pra
cobrar mais do outro é aceitável. Enfim, acho que brigas entre jogadores é uma
coisa relativa (papo de psicóloga, tudo é relativo).
No fim de
toda essa longa discussão, o que vale mesmo é deixar as brigas de lado e curtir
esse nosso grande amor que é o futebol. Em paz e sem nenhum tipo de briga é bem
melhor!
A situação era a seguinte: Corinthians
com a vantagem da vitória no primeiro jogo e
Santos com a vantagem de jogar em casa. Nada já decidido.
O primeiro tempo começou morno com
um Corinthians atacando mais e foi esquentando a partir dos 20 minutos. Aos 26
minutos, Cícero marcou para o Santos e, aos 28, Danilo (machucado, tadinho)
deixou tudo igual, acabando com a comemoração santista. O único cartão amarelo
nessa primeira metade foi para Fábio Santos bem no comecinho do jogo, fato que
o Santos tentou aproveitar bastante.
No segundo tempo, o desespero do
Santos e a vontade do Corinthians de fazer mais um gol e ficar tranquilo
ficaram bem notáveis. O jogo ficou mais pegado (3 ou 4 cartões amarelos) e as
chances de gol perdidas aumentaram para os dois lados. Só para exemplificar: aos
16 minutos, Romarinho chutou na trave e ,aos 44, teve bola no gol impedida para
o Santos.
Substituições
no segundo tempo:
12
minutos - Santos: Miralles (*-*) entra, André sai.
13
minutos - Corinthians: Edenilson entra, Emerson sai.
30
minutos - Corinthians: Pato entra, Romarinho sai.
32
minutos - Santos: Patito (*-*) entra, Renê sai. (Eu li esse *-* aí viu
Amandita? haha Vanessa invadindo)
37
minutos - Corinthians: Douglas entra, Guerrero sai.
Bom, no final teve 4 minutos de
acréscimo que viraram uns 6/7 (WTF?) e muuuuuita comemoração! O time que foi aplaudido
pela torcida na eliminação da Libertadores mostrou o motivo de merecer tantos
aplausos. Time unido, técnico bom e equipe com qualidade. AQUI É
CORINTHIANS!!!!!
Bom,
o jogo foi isso aí que vocês já viram e reviram nos programas esportivos, nos “tira-teimas”.
Se não viram ainda, verão. Até porque o Corinthians é bem visado no meio midiático,
como todos sabem. Enfim, eu como santista, fiquei chateada com a perda do
título e por ver o Santos ficar com o vice-campeonato, lógico. Fiquei triste
sim, mas hoje foi diferente. Explico o motivo. Na tarde desse domingo o Santos
poderia ter escrito um capítulo único na história e não só na história do clube,
mas também na história do campeonato Paulista. Caso ganhasse, seria o primeiro
clube a ser campeão por quatro anos consecutivos (tetracampeão inédito).
O
campeonato do Peixe não foi lá uma maravilha e andou longe de ser o que
qualquer santista esperava, salvo algumas raras apresentações que empolgaram. Há
santistas que digam que o Santos nem deveria estar na final, e sim o Mogi (mas
sobre isso eu nem posso comentar pq fui obrigada a ouvir o jogo na rádio).
Apesar disso, merecendo ou não, chegamos na final e o sonho do TETRA era
possível. Até porque o Santos cresce em momentos decisivos. Eu estava confiante
demais, a vantagem do Corinthians era pequena, jogaríamos em casa.
O
Santos tentou, foi pra cima, a torcida representou como nunca, o clima era
totalmente favorável, mas hoje não era dia. Em alguns lances em que o
Corinthians estava no ataque e a defesa santista tentava tirar a bola teimava
em voltar aos pés dos adversários. O juiz foi outro capítulo a parte, no mínimo
três lances discutíveis de pênalti para o Peixe e o cara nada. Umas duas
chances claras de gol, o André foi lá e perdeu. Hoje foi um dos dias que nada
dá certo.
Até
fizemos um gol, o que nos levaria para a decisão do campeão nos pênaltis
(novamente), porém o Corinthians empatou logo em seguida. Seria necessário, no
mínimo mais um gol para levar para os pênaltis ou dois pra gritar “É TETRA!”
logo no apito final. Mas não deu.
Confesso
que apesar da tristeza, fiquei orgulhosa demais do meu time. Sim, porque
jogando o futebol fraco que jogou durante o campeonato ele conseguiu chegar na
final. Não tenho do que me envergonhar. Aliás, nunca tive! No mais o sentimento
vai seguir o mesmo, a cada dia maior e mais lindo. EU TE AMO SANTOS, E NADA VAI
MUDAR ISSO!
A
parte mais lamentável da tarde de hoje foi a selvageria que os PMs fizeram
contra as torcidas organizadas do Santos. E no fim das contas os bandidos são
os torcedores organizados. Vai entender... Ainda sobre esse assunto, cuidado
com o que você na mídia. Nem tudo o que falam é verdade.